<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Unity Cobranças &#187; seguro condominio</title>
	<atom:link href="http://www.unitycobrancas.com.br/tag/seguro-condominio/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.unitycobrancas.com.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 23 Oct 2025 18:52:32 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>Coleta de lixo no prédio</title>
		<link>https://www.unitycobrancas.com.br/coleta-de-lixo-no-predio/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=coleta-de-lixo-no-predio</link>
		<comments>https://www.unitycobrancas.com.br/coleta-de-lixo-no-predio/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 11:09:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unity Cobranças</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[condominio fechado]]></category>
		<category><![CDATA[condomínios]]></category>
		<category><![CDATA[condominios fechados]]></category>
		<category><![CDATA[em condominios]]></category>
		<category><![CDATA[garante condominios]]></category>
		<category><![CDATA[gestao de condominio]]></category>
		<category><![CDATA[legislação condominio]]></category>
		<category><![CDATA[lei condominial]]></category>
		<category><![CDATA[lei condominio]]></category>
		<category><![CDATA[lei de condominio]]></category>
		<category><![CDATA[lei de condominios]]></category>
		<category><![CDATA[lei do condominio atualizada]]></category>
		<category><![CDATA[lei do silêncio em condomínios]]></category>
		<category><![CDATA[lei dos condominios]]></category>
		<category><![CDATA[leis de condominio]]></category>
		<category><![CDATA[leis de condominios]]></category>
		<category><![CDATA[regras de condominio]]></category>
		<category><![CDATA[regras de condominios]]></category>
		<category><![CDATA[regulamento de condominio]]></category>
		<category><![CDATA[seguro condominio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.unitycobrancas.com.br/?p=2396</guid>
		<description><![CDATA[Não havendo manipulação direta do lixo, o funcionário do condomínio responsável pela sua coleta não tem direito a adicional de insalubridade. É importante tratar do tema pagamento ou não de insalubridade a funcionários de condomínio que recolhem o lixo do prédio. A orientação mais recente da jurisprudência é no sentido de que “as atividades de limpeza e higienização [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Não havendo manipulação direta do lixo, o funcionário do condomínio responsável pela sua coleta não tem direito a adicional de insalubridade.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante tratar do tema pagamento ou não de insalubridade a funcionários de condomínio que recolhem o lixo do prédio.</p>
<p style="text-align: justify;">A orientação mais recente da jurisprudência é no sentido de que “as atividades de limpeza e higienização das áreas comuns de condomínio e transporte de lixo não podem ser consideradas atividades insalubres, ainda que constatada a insalubridade por laudo pericial, porque não se encontram classificadas na Portaria do Ministério do Trabalho” (decisão do Tribunal Superior do Trabalho, relator ministro João Batista Brito Pereira).</p>
<p style="text-align: justify;">Todavia, o próprio TST, em outra decisão, deu interpretação diferente, levando em conta as peculiaridades do caso, porque cabia ao porteiro do edifício, “diariamente, reciclar o lixo do prédio, separando o lixo seco do lixo orgânico, tendo para isso, que abrir as sacolas de lixo para colocar papéis, latas e vidros em um tipo de saco e o restante do lixo orgânico em outro saco”. O tribunal entendeu que, na hipótese, “o reclamante realizava a reciclagem do lixo do prédio, proveniente das sete unidades habitacionais, sem utilizar qualquer equipamento de proteção capaz de elidir a nocividade dos agentes patológicos existentes no lixo por ele manipulado diretamente” (relator ministro Vieira de Mello Filho).</p>
<p style="text-align: justify;">Dos acórdãos mencionados (cuja íntegra pode ser obtida no sítio do TST ou do Bonijuris na internet), podemos tirar algumas conclusões.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro, está pacificado o entendimento dos tribunais superiores de não conceder o adicional de insalubridade a funcionários de condomínio que recolhem o lixo, ainda que constatada a insalubridade por laudo pericial, por não estar a atividade classificada como tal na Portaria do Ministério do Trabalho, apenas fugindo a essa regra situações excepcionais, como aquela do acórdão acima mencionado (manuseio direto do lixo sem a utilização de material de proteção).</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo, corre maior risco o condomínio que ainda não adotou a coleta diferenciada do lixo, solicitando aos moradores que separem o lixo orgânico de outros resíduos (“lixo seco” ou “lixo-que-não-é-lixo”, no jargão curitibano). O importante é impedir que o funcionário manipule o lixo, isto é, não permitir que separe, abra as sacolas de lixo e mexa no seu conteúdo. Não deve prepará-lo para quando o caminhão passar.</p>
<p style="text-align: justify;">Terceiro, se for inevitável que o funcionário recolha o lixo de maneira potencialmente prejudicial à sua saúde, deverá fazê-lo com a utilização de equipamento de proteção “capaz de elidir [neutralizar, eliminar] a nocividade dos agentes patológicos existentes no lixo por ele manipulado diretamente”, como citado acima. Os equipamentos devem ser entregues mediante recibo e sua utilização exigida sempre, sob pena de advertência ou até justa causa para demissão.</p>
<p style="text-align: justify;">Com essas providências, o zelador ou porteiro do condomínio que recolher o lixo ficará totalmente protegido de qualquer risco de contaminação e o condomínio livre de eventual reclamatória baseada em adicional de insalubridade. Quem deve reciclar ou separar o lixo são os próprios moradores, com a utilização de sacos de plásticos na cor apropriada, devidamente fechados. E assim devem ser colocados à disposição da coleta urbana.</p>
<p style="text-align: justify;">Como diz o ditado, mais vale prevenir que remediar.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Luiz Fernando de Queiroz</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.unitycobrancas.com.br/coleta-de-lixo-no-predio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Alimento 1 X 0 Condomínio</title>
		<link>https://www.unitycobrancas.com.br/alimento-1-x-0-condominio/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=alimento-1-x-0-condominio</link>
		<comments>https://www.unitycobrancas.com.br/alimento-1-x-0-condominio/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Mar 2013 06:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unity Cobranças</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[condominio fechado]]></category>
		<category><![CDATA[condomínios]]></category>
		<category><![CDATA[condominios fechados]]></category>
		<category><![CDATA[em condominios]]></category>
		<category><![CDATA[garante condominios]]></category>
		<category><![CDATA[gestao de condominio]]></category>
		<category><![CDATA[legislação condominio]]></category>
		<category><![CDATA[lei condominial]]></category>
		<category><![CDATA[lei condominio]]></category>
		<category><![CDATA[lei de condominio]]></category>
		<category><![CDATA[lei de condominios]]></category>
		<category><![CDATA[lei do condominio atualizada]]></category>
		<category><![CDATA[lei do silêncio em condomínios]]></category>
		<category><![CDATA[lei dos condominios]]></category>
		<category><![CDATA[leis de condominio]]></category>
		<category><![CDATA[leis de condominios]]></category>
		<category><![CDATA[regras de condominio]]></category>
		<category><![CDATA[regras de condominios]]></category>
		<category><![CDATA[regulamento de condominio]]></category>
		<category><![CDATA[seguro condominio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.unitycobrancas.com.br/?p=2322</guid>
		<description><![CDATA[Devido à sua natureza jurídica a dívida de condomínio tem prevalência sobre qualquer outro crédito, perseguindo a unidade mesmo que seja alienada ou mesmo arrematada, como vem decidindo o Superior Tribunal de Justiça. Pelo mesmo motivo, contra ela não subsistem as normas de proteção ao bem de família fixadas pela Lei 8009/90. Como na Justiça, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Devido à sua natureza jurídica a dívida de condomínio tem prevalência sobre qualquer outro crédito, perseguindo a unidade mesmo que seja alienada ou mesmo arrematada, como vem decidindo o Superior Tribunal de Justiça. Pelo mesmo motivo, contra ela não subsistem as normas de proteção ao bem de família fixadas pela Lei 8009/90.</p>
<p style="text-align: justify;">Como na Justiça, porém, cada caso é um caso, a busca pelo equilíbrio e o bom senso pode levar o julgador a decidir contrariamente ao esperado, em razão de circunstâncias especialíssimas, como aconteceu na questão relatada pelo ministro Ruy Rosado de Aguiar (Resp 329.047-SP), cuja ementa assim informa:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Bem de família. Lei 8009/90. Quotas condominiais. Hipoteca legal. Alimentos.</em></p>
<p style="text-align: justify;">O imóvel residencial da família do proprietário, sobre o qual foi instituída hipoteca legal para garantia dos alimentos, não pode ser penhorado por descumprimento da obrigação do alimentante, que deixa de pagar as quotas condominiais. Peculiaridade da espécie.”</p>
<p style="text-align: justify;">O tema é bem interessante. Como relata o ministro, certo condomínio promoveu execução de quotas condominiais contra o proprietário de apartamento. A ex-mulher e o filho, que residem no imóvel, opuseram embargos de terceiro, alegando que a sentença de separação do casal instituíra hipoteca legal para garantia de pagamento da pensão alimentícia devida a ela e ao filho. Em grau de recurso, a Décima Segunda Câmara do Segundo Tribunal de Alçada Civil de São Paulo julgou insubsistente a penhora sobre o apartamento, por estar hipotecado para garantia de pagamento de débito alimentício.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dupla perda</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No recurso especial, o condomínio alegou que o imóvel responde pelas contribuições condominiais a ele referentes (por ser dívida “propter rem”, conforme mansa jurisprudência), sem sucesso. Explica o relator que no caso dos autos, há hipoteca instituída na sentença de separação, para garantia da pensão alimentícia devida pelo marido à mulher e ao filho do casal e que o imóvel serve de moradia e as quotas condominiais eram obrigação do alimentante (ex-marido).</p>
<p style="text-align: justify;">“Se for alienado o bem, por descumprimento do alimentante &#8211; pondera o ministro Rosado -, a mulher e o filho perderão, além da moradia, a proteção da garantia de pagamento da pensão.” E prossegue: “Não me impressiona a possibilidade da perda da garantia, pois a hipoteca em princípio não impediria a alienação do bem, mas não posso deixar de considerar que exatamente os primeiros credores do proprietário serão os únicos a sofrer com a penhora e a alienação do imóvel residencial. Isto é, o devedor não paga o condomínio, nada sofre pelo descumprimento e ainda impõe aos alimentandos dupla perda.”</p>
<p style="text-align: justify;">Lembra o relator, porém, que “a tese da possibilidade da penhora do imóvel residencial para a cobrança da quota condominial terminou prevalecendo nesta Turma para garantir a manutenção e a conservação dos condomínios, pois os proprietários dos imóveis normalmente não dispõem de outros bens penhoráveis e, imunes à penhora do apartamento, estariam desobrigados de cumprir com o pagamento das quotas condominiais, inviabilizando a prestação dos serviços comuns”.</p>
<p style="text-align: justify;">Da decisão unânime da Quarta Turma do STJ também participaram os ministros Aldir Passarinho Junior, Sálvio de Figueiredo Teixeira, Barros Monteiro e Cesar Asfor Rocha.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma última palavra. Você, leitor, como decidiria? a favor do condomínio ou dos moradores do apartamento? Ou teria uma solução diferente para o caso? Se tiver, por favor, escreva.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Luiz Fernando de Queiroz </em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.unitycobrancas.com.br/alimento-1-x-0-condominio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Pé-Direito do Elevador</title>
		<link>https://www.unitycobrancas.com.br/o-pe-direito-do-elevador/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-pe-direito-do-elevador</link>
		<comments>https://www.unitycobrancas.com.br/o-pe-direito-do-elevador/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Jan 2013 06:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unity Cobranças</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[condominio]]></category>
		<category><![CDATA[condominio em]]></category>
		<category><![CDATA[condominio fechado]]></category>
		<category><![CDATA[condominio lei]]></category>
		<category><![CDATA[condominio residencial]]></category>
		<category><![CDATA[condomínios]]></category>
		<category><![CDATA[condominios fechados]]></category>
		<category><![CDATA[do condominio]]></category>
		<category><![CDATA[em condominio]]></category>
		<category><![CDATA[em condominios]]></category>
		<category><![CDATA[lei condominio]]></category>
		<category><![CDATA[lei condominios]]></category>
		<category><![CDATA[lei do condominio]]></category>
		<category><![CDATA[lei dos condominios]]></category>
		<category><![CDATA[lei sobre condominio]]></category>
		<category><![CDATA[segurança em condominios]]></category>
		<category><![CDATA[seguro condominial]]></category>
		<category><![CDATA[seguro condominio]]></category>
		<category><![CDATA[seu condominio]]></category>
		<category><![CDATA[so condominios]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.unitycobrancas.com.br/?p=1035</guid>
		<description><![CDATA[Pé-direito segundo o novo Houaiss, é a &#8220;altura entre o piso e o forro de um compartimento ou pavimento&#8221;. É o pé-direito que confere a certos apartamentos uma sensação de conforto ou de grandeza, ou, ao contrário, que deixa o ambiente sufocado, quando baixo demais. Nos elevadores sociais, ou que servem basicamente para o transporte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pé-direito segundo o novo Houaiss, é a &#8220;altura entre o piso e o forro de um compartimento ou pavimento&#8221;. É o pé-direito que confere a certos apartamentos uma sensação de conforto ou de grandeza, ou, ao contrário, que deixa o ambiente sufocado, quando baixo demais.</p>
<p>Nos elevadores sociais, ou que servem basicamente para o transporte de pessoas, se o pé-direito tem apenas 2m (dois metros) ou 2m10cm (ou dois metros e dez) de altura, as pessoas não sentirão dificuldade, a não ser que tenham sintomas de claustrofobia, e ademais, as paredes laterais do equipamento são geralmente mais estreitas que a altura.</p>
<p>Mas, tente colocar um sofá de 2m20cm num elevador de 2ml0cm. É virtualmente impossível. Se o elevador não tiver um forro falso, como transportar os trilhos das cortinas com mais do que a altura mínima da cabine? Tais observações, diga-se de passagem, não são fruto da observação perspicaz deste autor, mas de várias donas-de-casa e autônomos (marceneiros, cortineiros, estofadores etc.), que sofrem e despejam litros de suor, por não poderem se utilizar de um equipamento que recebeu a denominação de elevador de serviço.</p>
<p><strong>Alçapão e Botoeiras</p>
<p></strong>Qual seria a altura ideal de um elevador cargueiro? O desejável talvez fosse a altura de 2m40cm ou 2m30cm, o que certamente elevaria o custo de sua produção e seria incompatível com o próprio pé-direito de alguns edifícios, hoje na faixa de apenas 2m30cm, quando décadas atrás era de 2m80 e até de 3m. Porém, não é preciso exagerar para resolver o problema. Talvez um acréscimo de apenas l0 (dez!) centímetros na altura da cabine interna já seja o suficiente. Dez centímetros não é muito, mas resolveria grande parte do impasse. Se hoje o pé-direito está em torno de 2m10cm, bastaria elevá-lo a 2m20cm, ou um pouco mais, se o fabricante quiser ver seus clientes mais satisfeitos.</p>
<p>Outra facilidade, que também ajuda na elevação de cargas, seria a construção de elevadores de serviços com alçapão no forro. Retirando-se a tampa do alçapão, seria possível aproveitar o espaço morto acima do forro, desde que não prejudique a segurança do equipamento, naturalmente. Os fabricantes podem, se quiserem, delimitar a altura do alçapão, deixando-o com paredes e teto, para evitar o contato da mercadoria com o cabo ou mecanismos do elevador.</p>
<p>E já que esta coluna acabou fazendo duas sugestões aos fabricantes, façamos uma terceira. Trata-se das botoeiras, que, via de regra, situam-se ao lado da porta de entrada do elevador. Por que não colocar o painel de chamada no meio da parede lateral esquerda ou direita (oposta à abertura da porta) para que as pessoas não prejudiquem a entrada de outros passageiros enquanto procuram o botão de seu andar para apertar?</p>
<p>Com os botões logo na entrada, cada passageiro estica o braço enquanto permanece em frente à porta, o que reduz a eficiência do ingresso dos demais. Cada vez que o elevador se enche perde-se, coletivamente, alguns segundos, que poderiam ser economizados. Multiplique-se esses segundos por milhões de vezes e se verá que o aumento de produtividade é significativo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.unitycobrancas.com.br/o-pe-direito-do-elevador/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Multa: Opinião Abalizada</title>
		<link>https://www.unitycobrancas.com.br/multa-opiniao-abalizada/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=multa-opiniao-abalizada</link>
		<comments>https://www.unitycobrancas.com.br/multa-opiniao-abalizada/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Dec 2012 06:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unity Cobranças</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[condominio]]></category>
		<category><![CDATA[condominio fechado]]></category>
		<category><![CDATA[condominios fechados]]></category>
		<category><![CDATA[gestao de condominio]]></category>
		<category><![CDATA[lei de condomínio atualizada]]></category>
		<category><![CDATA[lei do condominio atualizada]]></category>
		<category><![CDATA[lei do silêncio em condomínios]]></category>
		<category><![CDATA[lei dos condominios]]></category>
		<category><![CDATA[leis de condominio]]></category>
		<category><![CDATA[leis de condominio residencial]]></category>
		<category><![CDATA[leis de condominios]]></category>
		<category><![CDATA[leis de condominios residenciais]]></category>
		<category><![CDATA[leis do condominio]]></category>
		<category><![CDATA[leis sobre condominios]]></category>
		<category><![CDATA[normas de condominio]]></category>
		<category><![CDATA[regimento interno condominio]]></category>
		<category><![CDATA[regras de condominio]]></category>
		<category><![CDATA[regulamento de condominio]]></category>
		<category><![CDATA[seguro condominio]]></category>
		<category><![CDATA[síndico profissional]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.unitycobrancas.com.br/?p=1008</guid>
		<description><![CDATA[O juiz Américo Angélico, do 2o Tribunal de Alçada de São Paulo, escreve extenso artigo sobre o condomínio no jornal &#8220;Tribuna do Direito&#8221;, enfocando diversos temas sob a denominação genérica de &#8220;Importância Condominial&#8221;. Emite vários conceitos que gostaríamos de transmitir aos leitores desta coluna. Sobre a redução da multa por inadimplência a dois por cento, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O juiz Américo Angélico, do 2o Tribunal de Alçada de São Paulo, escreve extenso artigo sobre o condomínio no jornal &#8220;Tribuna do Direito&#8221;, enfocando diversos temas sob a denominação genérica de &#8220;Importância Condominial&#8221;. Emite vários conceitos que gostaríamos de transmitir aos leitores desta coluna.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre a redução da multa por inadimplência a dois por cento, diz o magistrado paulista:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Não nos parece, salvo melhor juízo, adequada a redução in casu, ante sua atipicidade. A dívida estampada no boleto mensalmente emitido, quando impaga, é imediatamente quitada, mediante rateio proporcional aos outros condôminos que, nada devendo, arcam com ela e todas as demais taxas que se seguirem.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Em parágrafo adiante, enfatiza:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Após breve reflexão, entendemos melhor a preocupação da sociedade condominial e suas instituições (Aabic, Secovi e Creci), ante o crescente inadimplemento e as dificuldades encontradiças junto ao Poder Judiciário, na movimentação de sua máquina, colimando a solução das pendengas basicamente no recebimento dos valores que, por vezes, cegam até a inviabilizar a vida econômico-financeira do condomínio e, neste sentido, é que tememos [que] a redução de 20% a dois por cento da multa por atraso venha ainda mais a estimular, lamentavelmente, o inadimplente.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Força executiva</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O articulista também lamenta a não inclusão da cobrança das taxas condominiais nos Juizados Especiais, por tratar-se de questão simples, e também se posiciona contra a necessidade de o condomínio ser obrigado a utilizar-se de ação sumária de cobrança para receber seus débitos, por força do art. 275 do Código de Processo Civil (CPC), quando poderia valer-se de execução de título extrajudicial, sem maiores delongas.</p>
<p style="text-align: justify;">Citando Sérgio Shimura, professor da PUC paulista, o juiz Américo Angélico lembra que a força executiva das taxas condominiais encontra respaldo no inciso VII do art. 585 do CPC, &#8220;porque deriva da tipificação legal&#8221;, o qual dá força executiva ao artigo 12, § 2o da Lei do Condomínio (4.591/64).</p>
<p style="text-align: justify;">Explica o magistrado: &#8220;&#8230; as taxas condominiais lançadas nos boletos dos diversos senhores condominiais são facilmente aferíveis e seu quantum advém de balancete mensal, atribuível a todos, e ainda, e principalmente, seus valores foram aprovados nas Assembléias Gerais Ordinárias (AGOs), levadas a efeito, via de regra, no início de cada ano, onde o condomínio aprova seu orçamento anual. Temos a Lei de Condomínio e Incorporação (Lei n. 4.591/64), a convenção, a assembléia geral ordinária, daí decorrendo a liquidez do boleto bancário. Assim, perfeitamente admissível o entendimento de que as atas de assembléias e as convenções condominiais constituem-se títulos executivos extrajudiciais.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Fazemos questão de retransmitir a lição de quem está investido de autoridade legal, para que não pareça que estejamos a emitir apenas nossa opinião sobre questões corriqueiras da vida condominial. Como o magistrado, também queremos que o ônus do atraso no pagamento não recaia sobre os condôminos que pagam em dia, que haja menos ações de cobrança e que estas sejam mais ágeis.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.unitycobrancas.com.br/multa-opiniao-abalizada/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Regras Para Obra Urgente</title>
		<link>https://www.unitycobrancas.com.br/regras-para-obra-urgente/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=regras-para-obra-urgente</link>
		<comments>https://www.unitycobrancas.com.br/regras-para-obra-urgente/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2012 06:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unity Cobranças</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[condominio]]></category>
		<category><![CDATA[condominio residencial]]></category>
		<category><![CDATA[condomínios]]></category>
		<category><![CDATA[condominios fechados]]></category>
		<category><![CDATA[condominios residenciais]]></category>
		<category><![CDATA[condominos ou condôminos]]></category>
		<category><![CDATA[em condominios]]></category>
		<category><![CDATA[legislação condominial]]></category>
		<category><![CDATA[lei condominial]]></category>
		<category><![CDATA[lei do condominio]]></category>
		<category><![CDATA[lei do condominio atualizada]]></category>
		<category><![CDATA[lei do silêncio em condomínios]]></category>
		<category><![CDATA[lei dos condominios]]></category>
		<category><![CDATA[lei dos condominios atualizada]]></category>
		<category><![CDATA[leis condominio]]></category>
		<category><![CDATA[leis do condominio]]></category>
		<category><![CDATA[leis sobre condominios]]></category>
		<category><![CDATA[o condominio]]></category>
		<category><![CDATA[o que e condominio]]></category>
		<category><![CDATA[seguro condominio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.unitycobrancas.com.br/?p=985</guid>
		<description><![CDATA[Vejamos hoje dois artigos do novo Código Civil que tratam das despesas do condomínio. O primeiro deles dirime conflito existente em muitos prédios, a exemplo dos condôminos que utilizam áreas comuns como o terraço, sem que sejam onerados com isso, vez que o simples uso não modifica a divisão da fração ideal do terreno. Diz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Vejamos hoje dois artigos do novo Código Civil que tratam das despesas do condomínio. O primeiro deles dirime conflito existente em muitos prédios, a exemplo dos condôminos que utilizam áreas comuns como o terraço, sem que sejam onerados com isso, vez que o simples uso não modifica a divisão da fração ideal do terreno.</p>
<p style="text-align: justify;">Diz o texto:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>?Art. 1.340.</strong><em> As despesas relativas a partes comuns de uso exclusivo de um condômino, ou de alguns deles, incumbem a quem delas se serve.?</em></p>
<p style="text-align: justify;">Haverá, nos casos concretos, precisão de se indicar quais são as ?despesas relativas? às partes comuns de uso exclusivo, ou seja, se incluem somente as que tal uso gerar, ou se outras, indiretamente necessárias à gestão de tais espaços. Um terraço inacessível aos demais condôminos não onera, em tese, nenhuma estrutura física ou administrativa do condomínio. Uma área de estacionamento, usada com exclusividade, ao contrário, carece de limpeza, manutenção e aumenta o consumo de energia.</p>
<p style="text-align: justify;">O importante é destacar que a nova lei estabeleceu o princípio de que quem utiliza partes comuns com exclusividade tem que pagar pelo privilégio.</p>
<p style="text-align: justify;">O segundo artigo disciplina a realização de obras no edifício, feitas pelo síndico ou por condômino em proveito comum. Não se trata de melhorias que os moradores fazem em suas unidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Inobstante longo, vale a pena ler:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>?Art. 1.341.</strong><em> A realização de obras no condomínio depende:</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>I -</strong><em> se voluptuárias, de voto de dois terços dos condôminos;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>II -</strong><em> se úteis, de voto da maioria dos condôminos.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>§ 1o</strong><em> As obras ou reparações necessárias podem ser realizadas, independentemente de autorização, pelo síndico, ou em caso de omissão ou impedimento deste, por qualquer condômino.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>§ 2o</strong><em> Se as obras ou reparos necessários forem urgentes e importarem em despesas excessivas, determinada sua realização, o síndico ou o condômino que tomou a iniciativa delas dará ciência à assembléia, que deverá ser convocada imediatamente.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>§ 3o</strong><em> Não sendo urgentes, as obras ou reparos necessários, que importarem em despesas excessivas, somente poderão ser efetuadas após autorização da assembléia, especialmente convocada pelo síndico, ou em caso de omissão ou impedimento deste, por qualquer dos condôminos.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>§ 4o</strong><em> O condômino que realizar obras ou reparos necessários será reembolsado das despesas que efetuar, não tendo direito à restituição das que fizer com obras ou reparos de outra natureza, embora de interesse comum.?</em></p>
<p style="text-align: justify;">Há muito que comentar, mas o espaço é limitado. O assunto está bem esclarecido na redação legal.</p>
<p style="text-align: justify;">Para relembrar, obras voluptuárias são as que trazem maior beleza ou conforto à coisa, benfeitorias úteis são as que lhe dão maior proveito e valor, reparos necessários são os que evitam a deterioração ou o perecimento do bem. O conceito é relativo, ficando sua determinação a cargo dos condôminos reunidos em assembléia.</p>
<p style="text-align: justify;">Destaque-se o valor que o Código deu à ação individual do condômino, no caso de omissão do síndico. Para evitar que o prédio sofra conseqüências danosas, poderá realizar obras urgentes sem antes ouvir os demais consortes. Para obter o ressarcimento do que gastou, deverá solicitar imediata convocação de assembléia. Na omissão ou impedimento do síndico, o condômino diligente ou qualquer outro poderá convocar a assembléia, sem necessidade de ¼ (um quarto) de assinaturas, como é hoje. Mas somente nestas circunstâncias é que a convocação tem esta peculiaridade</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.unitycobrancas.com.br/regras-para-obra-urgente/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Terraço, Venda &amp; Seguro</title>
		<link>https://www.unitycobrancas.com.br/terraco-venda-seguro/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=terraco-venda-seguro</link>
		<comments>https://www.unitycobrancas.com.br/terraco-venda-seguro/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Oct 2012 06:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unity Cobranças</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[condominio]]></category>
		<category><![CDATA[condominio em]]></category>
		<category><![CDATA[condominio fechado]]></category>
		<category><![CDATA[condominio lei]]></category>
		<category><![CDATA[condominio residencial]]></category>
		<category><![CDATA[condomínios]]></category>
		<category><![CDATA[condominios fechados]]></category>
		<category><![CDATA[do condominio]]></category>
		<category><![CDATA[em condominio]]></category>
		<category><![CDATA[em condominios]]></category>
		<category><![CDATA[lei condominio]]></category>
		<category><![CDATA[lei condominios]]></category>
		<category><![CDATA[lei do condominio]]></category>
		<category><![CDATA[lei dos condominios]]></category>
		<category><![CDATA[lei sobre condominio]]></category>
		<category><![CDATA[segurança em condominios]]></category>
		<category><![CDATA[seguro condominial]]></category>
		<category><![CDATA[seguro condominio]]></category>
		<category><![CDATA[seu condominio]]></category>
		<category><![CDATA[so condominios]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.unitycobrancas.com.br/?p=979</guid>
		<description><![CDATA[Três questões polêmicas do dia-a-dia do condomínio foram apreciadas pelo legislador do novo Código Civil, que entra em vigor em janeiro de 2003, em artigos curtos e objetivos: a conservação do terraço, os débitos pendentes na alienação e o seguro da edificação. O primeiro dos artigos diz: ?Art. 1.344. Ao proprietário do terraço de cobertura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Três questões polêmicas do dia-a-dia do condomínio foram apreciadas pelo legislador do novo Código Civil, que entra em vigor em janeiro de 2003, em artigos curtos e objetivos: a conservação do terraço, os débitos pendentes na alienação e o seguro da edificação.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro dos artigos diz:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>?Art. 1.344.</strong><em> Ao proprietário do terraço de cobertura incumbem as despesas da sua conservação, de modo que não haja danos às unidades imobiliárias inferiores.?</em></p>
<p style="text-align: justify;">De longa data problemas com o último pavimento dos edifícios e com o terraço livre clamam por solução. Ora o terraço é designado como área de uso exclusivo do proprietário da cobertura, ora fica ?reservado? como propriedade do incorporador, ora recebe o destino natural, que é área comum de propriedade de todos. Não poucas são as disputas judiciais entre visando dirimir sua forma de conservação, já que quem só usa nem sempre se sente na obrigação de fazer os reparos necessários.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, ficou claro. A manutenção do terraço deve ser feita pelo proprietário da cobertura, respondendo ele por qualquer dano que venha a causar a seus vizinhos das unidades inferiores.</p>
<p style="text-align: justify;">Não se deve confundir, porém, terraço com telhado. Terraço constitui área aberta de utilização adequada; situa-se a céu aberto, sem teto ou outro tipo de cobertura, o que torna imperativo isolamento de seu piso contra intempéries. Em certos casos, o terraço se confunde com o telhado, que é mera proteção feita de argila ou outro material, sem aproveitamento pessoal de seu espaço (salvo a eventual colocação de antenas etc.). Se houver telhado e não terraço, as despesas de sua conservação sensibilizarão o bolso dos condôminos e não do proprietário do apartamento de cobertura.</p>
<p style="text-align: justify;">O segundo artigo enfatiza:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>?Art. 1.345.</strong><em> O adquirente de unidade responde pelos débitos do alienante, em relação ao condomínio, inclusive multas e juros moratórios.?</em></p>
<p style="text-align: justify;">Mais claro não poderia dizer. Mais uma vez o legislador reforça a idéia de que dívida de condomínio tem natureza especial, dita ?propter rem?, ou seja, que é própria da coisa, seguindo-a independente de quem seja seu proprietário. Como já ressaltado em dezenas de decisões do Superior Tribunal de Justiça, o não acolhimento dessa norma feriria de morte o condomínio como instituição, já que a impossibilidade de se penhorar o bem por dívida originada de despesas para a sua própria conservação geraria um desequilíbrio de tal monta que traria a falência ao prédio.</p>
<p style="text-align: justify;">Qualquer que seja o modo de alienação (compra e venda, dação em pagamento, arrematação, doação etc.), se houver débitos de condomínio pendentes, o novo adquirente é obrigado a pagá-los, restando-lhe direito de ação regressiva contra o antigo proprietário.</p>
<p style="text-align: justify;">O terceiro artigo dispõe:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8220;Art. 1.346.</strong><em>Ë obrigatório o seguro de toda a edificação contra o risco de incêndio ou destruição, total ou parcial.?</em></p>
<p style="text-align: justify;">Neste ponto o novo Código Civil foi bem mais conciso do que a atual Lei do Condomínio (4.591/64, art. 13). Talvez porque o tema já seja hoje melhor disseminado na comunidade condominial.</p>
<p style="text-align: justify;">O seguro deverá ser de ?toda a edificação? e não apenas das partes comuns, de modo que, se ocorrer sinistro, parcial ou total, haja recursos suficientes para a sua reparação ou reconstrução, se assim deliberarem os proprietários. O prêmio pago à seguradora será incluído nas despesas ordinárias do condomínio, como já rezava a Lei 4.591/64 e como indica a razão.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.unitycobrancas.com.br/terraco-venda-seguro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Do Mandato do Síndico</title>
		<link>https://www.unitycobrancas.com.br/do-mandato-do-sindico/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=do-mandato-do-sindico</link>
		<comments>https://www.unitycobrancas.com.br/do-mandato-do-sindico/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Oct 2012 06:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unity Cobranças</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[condominio direitos e deveres]]></category>
		<category><![CDATA[condomínio edilício]]></category>
		<category><![CDATA[condominio fechado]]></category>
		<category><![CDATA[condominio residencial]]></category>
		<category><![CDATA[condominios fechados]]></category>
		<category><![CDATA[legislação condominio]]></category>
		<category><![CDATA[lei condominio]]></category>
		<category><![CDATA[lei do condominio]]></category>
		<category><![CDATA[lei do condominio atualizada]]></category>
		<category><![CDATA[lei do condominio residencial]]></category>
		<category><![CDATA[lei dos condominios atualizada]]></category>
		<category><![CDATA[leis condominiais]]></category>
		<category><![CDATA[leis condominios]]></category>
		<category><![CDATA[leis do condominio]]></category>
		<category><![CDATA[leis para condominios]]></category>
		<category><![CDATA[leis sobre condominios]]></category>
		<category><![CDATA[regimento interno condominio]]></category>
		<category><![CDATA[regulamento condominio]]></category>
		<category><![CDATA[seguro condominio]]></category>
		<category><![CDATA[sindico paga condominio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.unitycobrancas.com.br/?p=976</guid>
		<description><![CDATA[Após as disposições gerais do condomínio edilício, o novo Código Civil abre uma seção exclusiva para a administração do condomínio, com amplitude maior do que a lei 4.591/64. Enquanto esta dedicou dois artigos ao tema (cinco se incluirmos a parte relativa à assembléia geral), o futuro Código criou dez artigos. Algumas alterações são substanciais, embora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Após as disposições gerais do condomínio edilício, o novo Código Civil abre uma seção exclusiva para a administração do condomínio, com amplitude maior do que a lei 4.591/64. Enquanto esta dedicou dois artigos ao tema (cinco se incluirmos a parte relativa à assembléia geral), o futuro Código criou dez artigos. Algumas alterações são substanciais, embora o legislador tenha reescrito o que já havia na Lei do Condomínio.</p>
<p style="text-align: justify;">A seção inicia com a seguinte regra:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>?Art. 1.347.</strong><em> A assembléia escolherá um síndico, que poderá não ser condômino, para administrar o condomínio, por prazo não superior a dois anos, o qual poderá ser renovado.?</em></p>
<p style="text-align: justify;">Embora os textos sejam semelhantes, há pequenas nuances que poderão dar margem a interpretação. Por exemplo, na Lei 4.591/64, lê-se que o síndico ?poderá ser condômino ou pessoa física ou jurídica estranha ao condomínio? (art. 22, § 4O), ao passo que o Código se refere à eleição de síndico ?que poderá não ser condômino?. O sentido é igual, a norma é facultativa, mas percebe-se que o codificador deu maior importância ao síndico-condômino, o que talvez leve a concluir que, numa votação empatada, o condômino deva ter a preferência sobre um estranho.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra diferença sutil, mas intrigante. Na legislação ainda em vigor (Lei 4.591/64), está dito que o mandato ?não poderá exceder a 2 anos, permitida a reeleição?. O Código novo não menciona a palavra reeleição, mas diz que o síndico será escolhido ?por prazo não superior a dois anos, o qual poderá ser renovado?. Pergunta-se: estaria na mente do legislador estabelecer um sistema de recondução (ou não) do síndico ao cargo, mediante assembléia, antes de se proceder à eleição de novo síndico, caso não haja a renovação de seu mandato? Aparentemente não, mas tal idéia surgiu de imediato ao compararmos os dois textos legais. Que seja só especulação&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">O artigo seguinte fixa as atribuições do síndico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>?Art. 1.348.</strong><em> Compete ao síndico:</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>I -</strong><em> convocar a assembléia dos condôminos; [Lei 4.591/64, art. 24]</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>II -</strong><em> representar, ativa e passivamente, o condomínio, praticando, em juízo ou fora dele, os atos necessários à defesa dos interesses comuns; [art. 22, § 1o, alínea ?a?]</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>III -</strong><em> dar imediato conhecimento à assembléia da existência de procedimento judicial ou administrativo, de interesse do condomínio; [sem similar na Lei 4.591/64]</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>IV -</strong><em> cumprir e fazer cumprir a convenção, o regimento interno e as determinações da assembléia; [art. 22, § 1o, alíneas ?c? e ?e?]</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>V -</strong><em> diligenciar a conservação e partes comuns e zelar pela prestação dos serviços que interessem aos possuidores; [art. 22, § 1o, alínea ?b?]</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>VI -</strong><em> elaborar o orçamento da receita e da despesa relativa a cada ano; [sem equivalente expresso na Lei 4.591/64]</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>VII -</strong><em> cobrar dos condôminos as suas contribuições, bem como impor e cobrar as multas devidas; [art. 12, § 2o e art. 22, § 1o, alínea ?d?]</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>VIII -</strong><em> prestar contas à assembléia, anualmente e quando exigidas; [art. 22, § 1o, alínea ?f?]</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>realizar o seguro da edificação. [art. 13]</em></p>
<p style="text-align: justify;">O artigo 1.348 do Código Civil recebeu dois parágrafos, de suma importância, sobre a delegação de seus poderes administrativos e de representação do condomínio, o que veremos na próxima coluna, por limitação de espaço.</p>
<p style="text-align: justify;">A nova lei não repetiu a alínea ?g? do art. 22, parág. único, da Lei 4.591/64 que manda o síndico ?manter guardada durante o prazo de cinco anos, para eventuais necessidades de verificação contábil, toda a documentação relativa ao condomínio?.<br />
<!--[endif]--></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.unitycobrancas.com.br/do-mandato-do-sindico/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Orçar e Prestar Contas</title>
		<link>https://www.unitycobrancas.com.br/orcar-e-prestar-contas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=orcar-e-prestar-contas</link>
		<comments>https://www.unitycobrancas.com.br/orcar-e-prestar-contas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Oct 2012 06:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unity Cobranças</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[adm condominios]]></category>
		<category><![CDATA[administração condomínios]]></category>
		<category><![CDATA[como administrar um condominio]]></category>
		<category><![CDATA[condomínio edilício]]></category>
		<category><![CDATA[condominio residencial]]></category>
		<category><![CDATA[condominios fechados]]></category>
		<category><![CDATA[lei do silêncio em condomínios]]></category>
		<category><![CDATA[lei dos condominios]]></category>
		<category><![CDATA[lei dos condominios atualizada]]></category>
		<category><![CDATA[leis condominiais]]></category>
		<category><![CDATA[leis condominio]]></category>
		<category><![CDATA[leis condominios]]></category>
		<category><![CDATA[leis condominios residenciais]]></category>
		<category><![CDATA[leis do condominio]]></category>
		<category><![CDATA[leis dos condomínios]]></category>
		<category><![CDATA[leis sobre condominios]]></category>
		<category><![CDATA[regimento interno condominio]]></category>
		<category><![CDATA[regras do condominio]]></category>
		<category><![CDATA[regulamento interno condominio]]></category>
		<category><![CDATA[seguro condominio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.unitycobrancas.com.br/?p=964</guid>
		<description><![CDATA[Ao tratar da assembléia anual de condôminos, o novo Código Civil seguiu passos semelhantes à atual Lei do Condomínio, mas enfeixou o foco principal num só artigo e deixou a questão do quórum para os números seguintes. Ficou assim aprovada a matéria: ?Art. 1.350. Convocará o síndico, anualmente, reunião da assembléia dos condôminos, na forma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ao tratar da assembléia anual de condôminos, o novo Código Civil seguiu passos semelhantes à atual Lei do Condomínio, mas enfeixou o foco principal num só artigo e deixou a questão do quórum para os números seguintes.</p>
<p style="text-align: justify;">Ficou assim aprovada a matéria:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>?Art. 1.350.</strong> <em>Convocará o síndico, anualmente, reunião da assembléia dos condôminos, na forma prevista na convenção, a fim de aprovar o orçamento das despesas, as contribuições dos condôminos e a prestação de contas, e eventualmente eleger-lhe o substituto e alterar o regimento interno.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>§ 1o</strong> <em>Se o síndico não convocar a assembléia, um quarto dos condôminos poderá fazê-lo.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>§ 2o</strong> <em>Se a assembléia não se reunir, o juiz decidirá, a requerimento de qualquer condômino.?</em></p>
<p style="text-align: justify;">De início, soa estranho ver o legislador utilizar a expressão ?reunião da assembléia dos condôminos?, já que a palavra ?assembléia? significa ?reunião de pessoas que têm algum interesse em comum, ger. em grande número, com a finalidade de discutir e deliberar conjuntamente sobre temas determinados? (Houaiss). Toda assembléia é uma espécie de reunião, não havendo necessidade de repetir a palavra. Bastaria dizer que o síndico convocará anualmente ?assembléia dos condôminos?.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pauta Mínima</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O novo texto acrescentou mais dois itens essenciais na pauta mínima da assembléia geral ordinária do condomínio. Pela Lei 4.591/64, a finalidade básica do ato era a de aprovar ?as verbas para as despesas de condomínio? (art. 24) e demais matérias inscritas na ordem do dia. Agora, além do orçamento, será obrigatório incluir o rateio das despesas e a prestação de contas do síndico. Dos novos requisitos, o primeiro praticamente se confunde com o orçamento. Este deve ser feito de forma global, indicando, de conseqüência, quem e em que proporção será custeado (rateio).</p>
<p style="text-align: justify;">Tão importante quanto o orçamento é a prestação de contas. Fez bem o codificador em reforçar a exigência, já incluída nas atribuições do síndico. Embora todo mandatário tenha obrigação natural de prestar contas ao mandante, independente de previsão contratual, não custa deixar o tema duplamente explicitado.</p>
<p style="text-align: justify;">Duas outras matérias foram lembradas pelo legislador. A eventual eleição do síndico, se seu mandato estiver prestes a findar, e a alteração do regimento interno, se essa for a necessidade e a vontade dos condôminos. Tais inclusões servem apenas como lembrete ao síndico, na hora de convocar a assembléia, não tendo caráter obrigatório.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Poder de decisão</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>parágrafo 1o</strong>legislador repete o critério hoje vigente, que permite a um quarto dos condôminos convocarem assembléia, na omissão do síndico. A mesma regra é repetida adiante (art. 1.355), ao tratar o Código das assembléias extraordinárias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>parágrafo 2o</strong>pete-se norma existente na Lei do Condomínio (art. 27), porém de escassa utilização, dada a autonomia que os condomínios adquiriram no Brasil em termos deliberativos. Não há mais necessidade de se aguardar 15 (quinze) dias para ingressar com medida que transfira a decisão para magistrado.</p>
<p style="text-align: justify;">O socorro ao juiz só acontece, na prática, quando os gestores do prédio não podem praticar atos de força, como a execução dos títulos de cobrança. A presença dos condôminos em geral é pequena nas assembléias, mas seu poder de decisão não tem merecido reparos nem carece de auxílio do Judiciário</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.unitycobrancas.com.br/orcar-e-prestar-contas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Parques infantis são essenciais em condomínios residenciais</title>
		<link>https://www.unitycobrancas.com.br/parques-infantis-sao-essenciais-em-condominios-residenciais/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=parques-infantis-sao-essenciais-em-condominios-residenciais</link>
		<comments>https://www.unitycobrancas.com.br/parques-infantis-sao-essenciais-em-condominios-residenciais/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 May 2012 12:30:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unity Cobranças</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[adm condominios]]></category>
		<category><![CDATA[casas condominio]]></category>
		<category><![CDATA[casas em condominio]]></category>
		<category><![CDATA[casas em condominios]]></category>
		<category><![CDATA[cobrança condominio]]></category>
		<category><![CDATA[como administrar um condominio]]></category>
		<category><![CDATA[condominio]]></category>
		<category><![CDATA[condominio casas]]></category>
		<category><![CDATA[condominio legislação]]></category>
		<category><![CDATA[condominio residencial]]></category>
		<category><![CDATA[condomínios]]></category>
		<category><![CDATA[condominios residenciais]]></category>
		<category><![CDATA[em condominios]]></category>
		<category><![CDATA[garante condominios]]></category>
		<category><![CDATA[legislação condominio residencial]]></category>
		<category><![CDATA[leis condominios residenciais]]></category>
		<category><![CDATA[residencial condominio]]></category>
		<category><![CDATA[segurança em condominios]]></category>
		<category><![CDATA[seguro condominio]]></category>
		<category><![CDATA[terrenos em condominio fechado]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.unitycobrancas.com.br/?p=2210</guid>
		<description><![CDATA[Esta é a avaliação de Junzi Shimauti, diretor do Secovi-PR (Sindicato da Habitação) diante do desenfreado crescimento da criminalidade e do trânsito, que impede as brincadeiras de rua. O professor de educação física Carlos Gomes de Oliveira compartilha opinião complementar. “Estudos mostram que vários prédios oferecem condições melhores para as crianças brincarem, do que aquelas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Esta é a avaliação de Junzi Shimauti, diretor do Secovi-PR (Sindicato da Habitação) diante do desenfreado crescimento da criminalidade e do trânsito, que impede as brincadeiras de rua. O professor de educação física Carlos Gomes de Oliveira compartilha opinião complementar. “Estudos mostram que vários prédios oferecem condições melhores para as crianças brincarem, do que aquelas que moram em casas”, disse a ODiario.com.</p>
<p style="text-align: justify;">No Paraná, a maioria dos condomínios residenciais tem ao menos uma quadra poliesportiva e um parque infantil. &#8220;Mesmo a infância sendo um período passageiro, muitos pais se preocupam com o lazer dos filhos pequenos e descartam condomínios sem quadras ou playgrounds. Eles preferem apartamentos que tenham área de lazer&#8221;, ressaltou o diretor do Secovi a ODiario.com.</p>
<p style="text-align: justify;">Fazer com que os pequenos prefiram o parque aos equipamentos eletrônicos é, segundo Shimauti, outro desafio dos pais. &#8220;Se brinco, corro, jogo bola com meus filhos, eu passo um exemplo positivo. A possibilidade dele seguir esse modelo e preferir descer ao parque infantil para brincar com outras crianças, em vez de passar a tarde toda em frente ao videogame sozinho, é muito maior quando ele tem essa experiência positiva do contato com os pais&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fonte: Licita Mais</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.unitycobrancas.com.br/parques-infantis-sao-essenciais-em-condominios-residenciais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Parques infantis são essencia&#8230;</title>
		<link>https://www.unitycobrancas.com.br/parques-infantis-sao-essencia/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=parques-infantis-sao-essencia</link>
		<comments>https://www.unitycobrancas.com.br/parques-infantis-sao-essencia/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 May 2012 12:29:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unity Cobranças</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tweets]]></category>
		<category><![CDATA[adm condominios]]></category>
		<category><![CDATA[casas condominio]]></category>
		<category><![CDATA[casas em condominio]]></category>
		<category><![CDATA[casas em condominios]]></category>
		<category><![CDATA[cobrança condominio]]></category>
		<category><![CDATA[como administrar um condominio]]></category>
		<category><![CDATA[condominio]]></category>
		<category><![CDATA[condominio casas]]></category>
		<category><![CDATA[condominio legislação]]></category>
		<category><![CDATA[condominio residencial]]></category>
		<category><![CDATA[condomínios]]></category>
		<category><![CDATA[condominios residenciais]]></category>
		<category><![CDATA[em condominios]]></category>
		<category><![CDATA[garante condominios]]></category>
		<category><![CDATA[legislação condominio residencial]]></category>
		<category><![CDATA[leis condominios residenciais]]></category>
		<category><![CDATA[residencial condominio]]></category>
		<category><![CDATA[segurança em condominios]]></category>
		<category><![CDATA[seguro condominio]]></category>
		<category><![CDATA[terrenos em condominio fechado]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.unitycobrancas.com.br/tweets/parques-infantis-sao-essencia</guid>
		<description><![CDATA[Parques infantis são essenciais em condomínios residenciais. Esta é a avaliação de Junzi Shimauti, diretor do.. http://t.co/VHKFf9Pk]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parques infantis são essenciais em condomínios residenciais. Esta é a avaliação de Junzi Shimauti, diretor do.. <a href="http://t.co/VHKFf9Pk" rel="nofollow">http://t.co/VHKFf9Pk</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.unitycobrancas.com.br/parques-infantis-sao-essencia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
