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	<title>Unity Cobranças &#187; condominos inadimplentes</title>
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		<title>Ratear o déficit complica</title>
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		<pubDate>Mon, 06 May 2013 06:00:22 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: justify;">O condomínio nunca foi, nem é, uma ciência exata nem uma instituição preocupada em dizer o que é e o que não é justo.</h4>
<p style="text-align: justify;">O rateio do déficit do condomínio, resultante da inadimplência de alguns condôminos, traz complicações nem sempre entendidas que aumentam o nível de conflito no prédio. O síndico que for obrigado a recorrer a esse expediente para fazer face às despesas correntes deve tomar todo o cuidado para que não seja acusado de mal administrador.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas observações sobre o tema:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1.</strong> O rateio do déficit deve ser aprovado, em princípio, em assembleia geral extraordinária, pois representa um aumento do ônus dos condôminos não previsto no orçamento. Para evitar que a cada mês seja necessário convocar assembleia, podese aprovar a criação de um fundo de emergência para despesas ordinárias (não<br />
confundir com o fundo de reserva, destinado a obras e gastos extraordinários de caráter urgente), ou estabelecer um limite de comprometimento negativo, além do qual o síndico fica autorizado a dividir o prejuízo, mediante simples anuência do conselho consultivo ou fiscal.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2.</strong> Todos os condôminos devem participar do rateio, tanto os que estão em dia com seus compromissos como os que se encontram em atraso. Para que o valor compensado seja suficiente, é preciso, no caso, calcular o montante dividindo-se o furo entre os condôminos que se encontram em dia e multiplicando o resultado pelo número total de unidades. Por exemplo, num edifício de 120 unidades, se há um déficit de R$ 18.000,00 e 24 condôminos estão inadimplentes, será preciso ratear a importância de R$<br />
22.500,00 que é o resultado da divisão do déficit real (18 mil) pelo número de condôminos pontuais (96), multiplicado pelo número total de pagantes (120), cabendo uma cota extra de R$ 187,50 a cada proprietário. Se for feito o rateio direto (déficit dividido pelo número de unidades), cada condômino pagará R$ l50,00, mas como só há 96 pontuais, o síndico só arrecadará R$ 14.400,00 ficando ainda a descoberto em R$ 3.600,00.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Retorno do crédito</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3.</strong> Como o rateio deve ser feito entre todos, sem exceção, na hora em que o inadimplente cumprir com sua obrigação, a receita gerada deverá ser dividida entre todos os condôminos e não somente entre os que estavam em dia na data em que foi aprovado o rateio. A questão é simples, mas já gerou discussões acirradas. Na prática, a melhor maneira de beneficiar a todos consiste simplesmente em incorporar o valor cobrado em atraso à receita global do condomínio, o que gerará menor necessidade de recursos no mês seguinte. A devolução física da receita extra a cada um dos comunheiros é onerosa e pouco prática.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4.</strong> A situação dos locatários é um pouco mais complicada. O déficit pode ocorrer num momento em que estão vivendo no imóvel, mas a recuperação do crédito poderá acontecer quando a locação já estiver extinta. Nesse caso, o locatário ficará totalmente prejudicado, pois está obrigado a arcar com as despesas ordinárias do condomínio, nas quais o déficit estará embutido, mas não recuperará o investimento se o pagamento foi feito quando não mais residir no imóvel. O contrário também pode ser verdadeiro, o que nos reforça a convicção de que o condomínio nunca foi, nem é, uma ciência exata nem uma instituição preocupada em dizer o que é e o que não é justo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em>*Luiz Fernando de Queiroz</em></p>
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		<title>Vizinhança dita regras na avaliação imobiliária</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 17:52:26 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<h4>Estabelecimentos úteis ao cidadão nem sempre garantem valorização às unidades.</h4>
<p>Um imóvel nunca é igual a outro, mesmo que tenham metragem, tipologia e arquitetura iguais. A localização e a vizinhança fazem toda a diferença. Por isso, antes de escolher uma nova unidade, é importante olhar ao redor. Alguns dos vizinhos podem ser elementos de valorização. Outros, motivos de preocupação.</p>
<p>&#8220;O entorno interfere sempre. A localização é o que faz o imóvel não ser uma commodity (que se caracteriza pela indiferenciação)&#8221;, diz o diretor de comercialização e marketing do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), Luiz Fernando Gambi.</p>
<p>Tradicionalmente, equipamentos urbanos como o metrô elevam os preços nas proximidades das estações. Mas o benefício da inauguração das linhas não é universal. &#8220;Todo mundo quer ter fácil acesso, mas nunca ficar colado&#8221;, diz o diretor da empresa de avaliação imobiliária CBRE, Luís Mayor.</p>
<p>A localização, segundo ele, pode representar diferenças de até 20% nos valores de unidades equivalentes. &#8220;Interfere principalmente na liquidez do imóvel.&#8221; Segundo ele, a dificuldade para vender ou alugar o bem em função de elementos que afastem o consumidor pode obrigar o proprietário a baixar os preços.</p>
<p>Na avaliação do presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-SP), José Augusto Viana Neto, a proximidade excessiva a alguns estabelecimentos úteis à sociedade &#8211; em geral, bem aceitos pelos cidadãos &#8211; também pode ser um problema para os proprietários.</p>
<p>&#8220;Para qualquer tipo de unidade residencial, templos religiosos, delegacias de polícia, quartéis, instituições de ensino, oficinas mecânicas, feiras livres e prontos-socorros desvalorizam o bem, se estiverem do lado do imóvel ou atrás dele&#8221;, afirma.</p>
<p>Os elementos de depreciação ou valorização variam, segundo ele, de acordo com o perfil da área e as necessidades locais. Viana explica que a abertura de vias coletoras são muito bem aceitas em regiões carentes de infraestrutura, mas, muitas vezes, motivo de protestos em regiões com padrão mais elevado. &#8220;Uma rua movimentada ou de comércio podem desvalorizar imóveis mais finos. Trata-se de um público que normalmente quer mais silêncio e privacidade.&#8221;</p>
<p>O vice-presidente de Avaliação imobiliária do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci), Luiz Fernando Barcellos, considera variável o raio de segurança para a aquisição de um imóvel quando há elementos de desvalorização. &#8220;Se o incômodo é o excesso de barulho. Então, a localização ideal vai ser aquela além da abrangência do som.&#8221; Por outro lado, ele acredita que o metrô, com impacto positivo, possa causar altas de preços por até um quilômetro das estações.</p>
<p>Na pele. Em um edifício na Barra Funda, zona oeste da capital, os condôminos convivem diariamente com vizinhos de fazer inveja e alguns incômodos. O prédio está na frente de um bar, a 70 metros de uma escola e a 150 metros de uma faculdade, mas apenas a duas quadras da estação Marechal Deodoro, na linha 3-Vermelha. &#8220;O que mais valorizam aqui é a proximidade do metrô. E a faculdade e o bar dão um ar de movimento para a rua&#8221;, diz o síndico do conjunto, Luiz da Silva Filho, de 52 anos. Trinta das 144 unidades do condomínio são alugadas por estudantes.</p>
<p>Mesmo assim, são constantes os problemas de relacionamento dos moradores com o bar do outro lado da via. Segundo o síndico, há tumulto e barulho excessivo principalmente nas noites de sexta-feira, quando os estudantes circulam pelo entorno em busca de diversão. &#8220;Às vezes, eles chegam a fechar a rua. Quando o bar extrapola e coloca mesinhas e cadeiras na calçada, chamamos à polícia&#8221;, conta. Em seu terceiro mandato à frente da gestão do edifício, Silva Filho diz haver registros de moradores que xingaram os vizinhos e até de um caso em que ovos foram jogados pela janela do residencial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fonte: Estadão</strong></p>
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		<title>Vizinhança dita regras na ava&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 17:49:28 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Vizinhança dita regras na avaliação imobiliária. Estabelecimentos úteis ao cidadão nem sempre garantem valorização às.. <a href="http://t.co/QZcCtvwO" rel="nofollow">http://t.co/QZcCtvwO</a></p>
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		<title>Consultor responde dúvidas sobre renda de aluguel e ação judicial</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 11:43:53 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>1) Alugo sem contrato, desde maio de 2011, um apartamento para a minha filha e o companheiro dela, que é pessoa jurídica e responsável pelos depósitos mensais na minha conta bancária, para os quais emito os recibos. Ele também paga condomínio e IPTU, que estão em meu nome, mas à parte, diretamente no banco. Como devo proceder ao fazer a minha declaração? Condomínio e IPTU também são considerados renda? (Maria Isidro)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Resposta:</strong> O rendimento de aluguel deve ser informado na ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica”. O imposto (IPTU) e as despesas com condomínio não entram no cômputo do rendimento bruto de alugueis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2) Recebi no ano de 2012 um valor referente a um processo trabalhista, com imposto retido na fonte, mas não sei se o valor recebido foi informado pela fonte pagadora à Receita Federal. Minha dúvida é sobre como declarar esse recebimento. Tenho como saber se o valor recebido foi declarado à Receita? Teria como acessar os meus dados na Receita e saber as fontes pagadoras? (Paulo Saraiva)<br />
Resposta: </strong>Os valores recebidos no ano-calendário de 2012 ainda não foram informados à Receita Federal pela Declaração do Imposto de Renda Retido na fonte – DIRF, que a fonte pagadora tem obrigação de entregar até o último dia útil do mês de fevereiro do ano seguinte (2013).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3) Como devo lançar o valor pago da divisão de um imóvel em um processo de divórcio? Paguei o valor em parcelas, contudo tudo em 2011? (Ricardo Patricio)<br />
Resposta:</strong> No campo Discriminação da ficha “Bens e Direitos”, no item onde consta o imóvel, informe a aquisição da parte adquirida com o divórcio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4) Ganhei uma ação contra o Banco do Brasil referente ao Plano Verão. Como fazer para declarar este rendimento? Ele é isento ou tributável? (Normand Carvalho)<br />
Resposta: </strong>Informe o rendimento recebido na linha 08 da ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5) Minha mãe é aposentada do INSS e recebe o mínimo. No ano de 2011, ela recebeu cerca de R$ 80 mil de herança. Em 2010 ela já foi minha dependente no IR. Este ano posso declará-la como dependente novamente? (Márcia Cândido)<br />
Resposta: </strong>Não. Os pais podem ser considerados dependentes na declaração dos filhos, desde que não aufiram rendimentos, tributáveis ou não, superiores ao limite de isenção anual (R$ 18.799,32). O valor da herança recebida constitui rendimentos isentos e não tributáveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fonte: G1</strong></p>
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		<title>Consultor responde dúvidas so&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 11:39:04 +0000</pubDate>
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