<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Unity Cobranças &#187; como administrar um condominio</title>
	<atom:link href="http://www.unitycobrancas.com.br/tag/como-administrar-um-condominio/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.unitycobrancas.com.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 23 Oct 2025 18:52:32 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>Inquilino Elege e Demite</title>
		<link>https://www.unitycobrancas.com.br/inquilino-elege-e-demite/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=inquilino-elege-e-demite</link>
		<comments>https://www.unitycobrancas.com.br/inquilino-elege-e-demite/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Aug 2013 13:06:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unity Cobranças</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[como administrar um condominio]]></category>
		<category><![CDATA[condomínio edilício]]></category>
		<category><![CDATA[despesas de condominio]]></category>
		<category><![CDATA[direito dos condôminos]]></category>
		<category><![CDATA[inadimplencia em condominio]]></category>
		<category><![CDATA[lei condominial]]></category>
		<category><![CDATA[lei de condominio]]></category>
		<category><![CDATA[lei de condominios]]></category>
		<category><![CDATA[lei do condominio]]></category>
		<category><![CDATA[lei do inquilinato atualizada]]></category>
		<category><![CDATA[lei do inquilino]]></category>
		<category><![CDATA[lei do silêncio em condomínios]]></category>
		<category><![CDATA[lei dos condominios]]></category>
		<category><![CDATA[leis de condominios]]></category>
		<category><![CDATA[leis de condominios residenciais]]></category>
		<category><![CDATA[leis do inquilinato]]></category>
		<category><![CDATA[nova lei do inquilinato]]></category>
		<category><![CDATA[regras de condominio]]></category>
		<category><![CDATA[síndico profissional]]></category>
		<category><![CDATA[sindicos de condominios]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.unitycobrancas.com.br/?p=2438</guid>
		<description><![CDATA[Se a deliberação não envolver despesa extraordinária e o inquilino não estiver em débito com o condomínio, é legítima e bem-vinda a sua presença na assembléia. Pode o inquilino participar ou não da assembléia convocada para eleger o síndico do condomínio? Para se bem compreender o problema, convém fazer um pequeno retrospecto da Lei do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" align="center"><em>Se a deliberação não envolver despesa extraordinária e o inquilino não estiver em débito com o condomínio, é legítima e bem-vinda a sua presença na assembléia.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong></strong>Pode o inquilino participar ou não da assembléia convocada para eleger o síndico do condomínio?</p>
<p style="text-align: justify;">Para se bem compreender o problema, convém fazer um pequeno retrospecto da Lei do Condomínio, em vigor desde dezembro de 1964. Em sua redação original, a Lei 4.591/64 nada dispunha sobre a presença e muito menos sobre o direito de voto dos locatários em assembléias condominiais. Entendia-se, com razão, que o condômino deveria estar presente pessoalmente ou se fazer representar por procurador devidamente habilitado.</p>
<p style="text-align: justify;">Em outubro de 1991, a atual Lei das Locações (8.245/91), em seu artigo 83, introduziu na legislação brasileira o direito do locatário participar, circunstancialmente, das assembléias de condomínio.</p>
<p style="text-align: justify;">Diz o mencionado artigo 83: “Ao art. 24 da lei n. 4.591, de 16 de dezembro de 1964, fica acrescido o seguinte § 4o.: Nas decisões da assembléia que envolvam despesas ordinárias do condomínio o locatário poderá votar, caso o condômino-locador a ela não compareça.”</p>
<p style="text-align: justify;">Como se vê, um dos pressupostos de validação da presença do inquilino na assembléia era a existência de pauta envolvendo “despesas ordinárias” do prédio. Por suposto, qualquer outro tipo de deliberação ficava fora da alçada do locatário, mesmo que indiretamente de seu interesse. Mesmo sob esse raciocínio, houve quem defendesse o direito do inquilino eleger o síndico, já que sua escolha afeta diretamente os gastos ordinários do edifício, seja por seu estilo de administração seja por outros fatores.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Seja bem-vindo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em março de 1996, o legislador ampliou as responsabilidades dos locatários, através da Lei 9.267, de 25.03.96, que deu nova redação ao § 4o do art. 24 da Lei 4.591/64, o qual passou a ficar assim redigido: “Nas decisões da assembléia que não envolvam despesas extraordinárias do condomínio, o locatário poderá votar, caso o condômino-locador a ela não compareça.” Onde se dizia “que envolvam despesas ordinárias” passou-se a mencionar “que não envolvam despesas extraordinárias” ficando o resto de igual forma. Não se trata de mera modificação semântica. Na forma em que está redigido o parágrafo, não há mais por que não se permitir que o locatário, na ausência do locador ou seu procurador, não só participe como dê seu voto na hora de eleger ou demitir o síndico.</p>
<p style="text-align: justify;">Há, porém, uma ressalva. Embora o Código Civil de 2002 não tenha tocado especificamente no assunto, previu, no seu art. 1.335, III, que é direito do condômino “votar nas deliberações da assembléia e delas participar, <em>estando quite</em>” (grifo nosso). Ou seja, condômino inadimplente não tem direito de participar nas assembléias, e sendo assim, por analogia, o locatário que não está em dia com o pagamento da cota condominial tampouco tem este direito. Portanto, se a deliberação não envolver despesa extraordinária (nem, a nosso ver, afetar o direito de propriedade do condômino) e o inquilino não estiver em débito com o condomínio, é legítima e bem-vinda a sua presença na assembléia.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma outra questão é se o locatário também pode se fazer representar por procurador. Também não vemos óbice a tanto. Não comparecendo o condômino, não designando representante, não podendo comparecer o inquilino, nada impede que envie seu mandatário. Não há na legislação brasileira norma que proíba tal forma de representação. Em tese, porém, é possível que, na convenção do condomínio, se estabeleçam regras específicas sobre o problema.</p>
<p style="text-align: justify;">Não esquecer, por fim, que o locatário deve ser devidamente identificado e comprovar, por meio do contrato de locação, a sua condição de inquilino da unidade autônoma onde reside ou trabalha.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Luiz Fernando de Queiroz</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.unitycobrancas.com.br/inquilino-elege-e-demite/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Multa Evoca Dor e Mágoa</title>
		<link>https://www.unitycobrancas.com.br/multa-evoca-dor-e-magoa/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=multa-evoca-dor-e-magoa</link>
		<comments>https://www.unitycobrancas.com.br/multa-evoca-dor-e-magoa/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Dec 2012 06:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unity Cobranças</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[como administrar um condominio]]></category>
		<category><![CDATA[condominos ou condôminos]]></category>
		<category><![CDATA[convenção de condominio]]></category>
		<category><![CDATA[convenção de condominios]]></category>
		<category><![CDATA[convenção do condominio]]></category>
		<category><![CDATA[do condominio]]></category>
		<category><![CDATA[garante condominios]]></category>
		<category><![CDATA[lei condominio]]></category>
		<category><![CDATA[lei de condominio]]></category>
		<category><![CDATA[lei dos condominios]]></category>
		<category><![CDATA[leis de condominio]]></category>
		<category><![CDATA[leis de condominio residencial]]></category>
		<category><![CDATA[leis de condominios]]></category>
		<category><![CDATA[leis de condominios residenciais]]></category>
		<category><![CDATA[multa de condominio]]></category>
		<category><![CDATA[normas condominio]]></category>
		<category><![CDATA[normas de condominio]]></category>
		<category><![CDATA[o condominio]]></category>
		<category><![CDATA[regimento interno de condominio]]></category>
		<category><![CDATA[regras de condominio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.unitycobrancas.com.br/?p=1021</guid>
		<description><![CDATA[A imposição de multas por infração ao regimento e à convenção sempre suscitou polêmica no condomínio. Dentre as atribuições do síndico talvez esta seja a mais penosa. Mesmo quando o infrator mereça a reprimenda, sua punição provoca raiva e ressentimento, que pode perdurar muito tempo depois que o síndico cumprir seu mandato e voltar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A imposição de multas por infração ao regimento e à convenção sempre suscitou polêmica no condomínio. Dentre as atribuições do síndico talvez esta seja a mais penosa. Mesmo quando o infrator mereça a reprimenda, sua punição provoca raiva e ressentimento, que pode perdurar muito tempo depois que o síndico cumprir seu mandato e voltar a ser apenas um vizinho do irresignado.</p>
<p style="text-align: justify;">O assunto já foi e voltou do Superior Tribunal de Justiça. Há semanas comentamos acórdão que valida a exigência de multa, mesmo quando a convenção condominial não se encontre registrada, conforme voto dos ministros da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça, em aresto relatado pelo ministro Waldemar Zveiter, cuja ementa dita que &#8220;A convenção de condomínio aprovada pelos condôminos, ainda que não registrada, tem validade para regular as relações entre partes.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Neste mesmo acórdão, o ministro relator cita decisão da Terceira Turma Julgadora do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, de cuja ementa retiramos o seguinte parágrafo, chamando a atenção para a segunda frase. Diz o excerto:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Fica o condômino sujeito ao pagamento de multa quando descumprir disposição da convenção do condomínio. O condomínio ao fixar a multa deve delimitar o comportamento que pretende incriminar compatível com a gravidade da infração.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conduta esperada</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os juízes goianos colocaram os pingos nos íís ao dizer que o condomínio, ao fixar a multa, &#8220;deve delimitar o comportamento que pretende incriminar compatível com a gravidade da infração&#8221;. Em outras palavras, não basta o síndico alegar que o condômino (ou morador) fez isto ou aquilo de forma imprecisa, genérica ou obscura. Sempre que algum infrator tiver que ser enquadrado no regimento interno ou na convenção, é preciso duas coisas: 1. que os diplomas legais do condomínio tenham previsão das condutas reputadas inadequadas; 2. que alguém tenha cometido a infração tipificada.</p>
<p style="text-align: justify;">Ocorrido o fato, para que possa dar causa a uma multa por infração regimental ou convencional, é preciso que o síndico, na qualidade de representante legal do condomínio, faça a autuação do contraventor, comunicando-lhe que cometeu ato contrário às normas da casa, especificando data, local e circunstâncias da infração, para que o condômino ou morador possa defender-se, através de recurso que será levado à apreciação da assembléia geral extraordinária, se assim estiver previsto na convenção (Lei 4.591/64, art. 22, § 3o).</p>
<p style="text-align: justify;">No próprio auto de infração o condomínio poderá determinar o valor da multa a ser cobrada do condômino, sempre com base nas regras vigentes no prédio. Se for mais cauteloso, poderá conceder prazo ao condômino para que se defenda e só depois aplicar, ou não, a multa prevista.</p>
<p style="text-align: justify;">É bom lembrar que multas de valor absurdo, ou que crescem geometricamente sem limite, não são aceitas pela Justiça brasileira. O importante não é o valor da multa, mas a sua correta aplicação. Está mais do que comprovado que nós brasileiros não gostamos de pagar multas (quem gosta?), e que basta um pequeno saque no bolso para que mudemos nosso comportamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Importante, sem dúvida, é o trabalho de conscientização permanente que o síndico deve fazer junto aos moradores do prédio, mantendo todos cientes das normas internas. Se muitos condôminos estão agindo em desacordo, provavelmente falta maior divulgação das condutas esperadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Multar pode ser preciso, mas deve ser evitado ao máximo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.unitycobrancas.com.br/multa-evoca-dor-e-magoa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sete Direitos e Deveres</title>
		<link>https://www.unitycobrancas.com.br/sete-direitos-e-deveres/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=sete-direitos-e-deveres</link>
		<comments>https://www.unitycobrancas.com.br/sete-direitos-e-deveres/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Nov 2012 06:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unity Cobranças</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[como administrar um condominio]]></category>
		<category><![CDATA[condominio residencial]]></category>
		<category><![CDATA[condominios fechados]]></category>
		<category><![CDATA[gestao de condominio]]></category>
		<category><![CDATA[lei de condomínio atualizada]]></category>
		<category><![CDATA[lei de condominio residencial]]></category>
		<category><![CDATA[lei do condominio atualizada]]></category>
		<category><![CDATA[lei do silêncio em condomínios]]></category>
		<category><![CDATA[lei dos condominios]]></category>
		<category><![CDATA[lei dos condominios atualizada]]></category>
		<category><![CDATA[leis de condominio]]></category>
		<category><![CDATA[leis de condominio residencial]]></category>
		<category><![CDATA[leis de condominios]]></category>
		<category><![CDATA[leis do condominio]]></category>
		<category><![CDATA[leis dos condomínios]]></category>
		<category><![CDATA[leis sobre condominios]]></category>
		<category><![CDATA[regimento interno condominio]]></category>
		<category><![CDATA[regras do condominio]]></category>
		<category><![CDATA[regulamento de condominio]]></category>
		<category><![CDATA[reuniao de condominio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.unitycobrancas.com.br/?p=997</guid>
		<description><![CDATA[Em muitos pontos o novo Código Civil resolveu polêmicas entre condôminos. A questão de saber se o proprietário pode ou não participar das assembléias estando em débito com sua quota de rateio ficou esclarecida no novo texto legal. Diz o novo Código: &#8220;Art. 1.335. São direitos do condômino: I - usar, fruir e livremente dispor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em muitos pontos o novo Código Civil resolveu polêmicas entre condôminos. A questão de saber se o proprietário pode ou não participar das assembléias estando em débito com sua quota de rateio ficou esclarecida no novo texto legal.<br />
<strong>Diz o novo Código:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8220;Art. 1.335. São direitos do condômino:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>I -</strong> usar, fruir e livremente dispor das suas unidades;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>II -</strong> usar das partes comuns, conforme a sua destinação, e contanto que não exclua a utilização dos demais compossuidores;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>III -</strong> votar nas deliberações da assembléia e delas participar, estando quite.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar da má redação (de um Código Civil esperava-se melhor apuro na linguagem), o texto é bem claro. No inciso I, onde se lê dispor, entenda-se que o proprietário pode livremente onerar, dar em pagamento, vender, doar ou alienar de qualquer modo a sua unidade. É esse o sentido do verbo dispor, em bom juridiquês.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>No inciso II</strong> chama a atenção o emprego da palavra compossuidores, ao invés de condôminos ou proprietários. O legislador, ao que parece, demonstra sua intenção de que os direitos são extensíveis a todas as pessoas assemelhadas aos proprietários, como os promitentes compradores e cessionários.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O inciso III</strong>, apesar de claro, ensejará controvérsias, por certo. Quando uma pessoa se encontra &#8220;quite&#8221;? A existência de multa não paga, mas contestada, deixa o condômino sem quitação? É bom que o tema seja regulado pela convenção do condomínio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quatro deveres</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em seguida aos três direitos, o novo Código Civil elenca quatro deveres dos coproprietários. &#8220;Art. 1.336. São deveres do condômino:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>I -</strong> contribuir para as despesas do condomínio, na proporção de suas frações ideais:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>II -</strong> não realizar obras que comprometam a segurança da edificação;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>III -</strong> não alterar a forma e a cor da fachada, das partes e esquadrias externas;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>IV -</strong> dar às suas partes a mesma destinação que tem a edificação, e não as utilizar de maneira prejudicial ao sossego, salubridade e segurança dos possuidores, ou aos bons costumes.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">O rateio das despesas condominiais passará a ser feito, obrigatoriamente, de acordo com a fração ideal de cada unidade. O novo Código Civil não mais permite, ao menos expressamente, que os condôminos aprovem critério diferente. A atual Lei do Condomínio (4.591/64) dispõe que &#8220;salvo disposição em contrário na convenção, a fixação da cota no rateio corresponderá à fração ideal de terreno de cada unidade&#8221; (art. 123, § 1o). Tal exceção não está prevista na lei futura.</p>
<p style="text-align: justify;">A proibição de realizar obras que comprometam a segurança da edificação não estava explícita na Lei 4.591/64. Por mais óbvio que seja a regra, é bom que tenha sido ordenada. Facilitará aos proprietários aprovarem normas mais rígidas de obras nos prédios, inclusive quanto a horário e barulho.</p>
<p style="text-align: justify;">Os deveres dos incisos III e IV são os mesmos já previstos na Lei do Condomínio (art. 10), com outras palavras. Segurança, sossego e saúde (salubridade) continuam a ser as pedras angulares do comportamento exigido dos moradores em relação a seus vizinhos, tal como prevê o atual Código Civil (art. 554). O legislador, estranhamente, incluiu um novo dever aos condôminos: a obediência aos bons costumes. Criou uma nova polêmica, onde a poeira já havia baixado há tempo.<br />
<!--[if !supportLineBreakNewLine]--><br />
<!--[endif]--></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.unitycobrancas.com.br/sete-direitos-e-deveres/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Orçar e Prestar Contas</title>
		<link>https://www.unitycobrancas.com.br/orcar-e-prestar-contas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=orcar-e-prestar-contas</link>
		<comments>https://www.unitycobrancas.com.br/orcar-e-prestar-contas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Oct 2012 06:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unity Cobranças</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[adm condominios]]></category>
		<category><![CDATA[administração condomínios]]></category>
		<category><![CDATA[como administrar um condominio]]></category>
		<category><![CDATA[condomínio edilício]]></category>
		<category><![CDATA[condominio residencial]]></category>
		<category><![CDATA[condominios fechados]]></category>
		<category><![CDATA[lei do silêncio em condomínios]]></category>
		<category><![CDATA[lei dos condominios]]></category>
		<category><![CDATA[lei dos condominios atualizada]]></category>
		<category><![CDATA[leis condominiais]]></category>
		<category><![CDATA[leis condominio]]></category>
		<category><![CDATA[leis condominios]]></category>
		<category><![CDATA[leis condominios residenciais]]></category>
		<category><![CDATA[leis do condominio]]></category>
		<category><![CDATA[leis dos condomínios]]></category>
		<category><![CDATA[leis sobre condominios]]></category>
		<category><![CDATA[regimento interno condominio]]></category>
		<category><![CDATA[regras do condominio]]></category>
		<category><![CDATA[regulamento interno condominio]]></category>
		<category><![CDATA[seguro condominio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.unitycobrancas.com.br/?p=964</guid>
		<description><![CDATA[Ao tratar da assembléia anual de condôminos, o novo Código Civil seguiu passos semelhantes à atual Lei do Condomínio, mas enfeixou o foco principal num só artigo e deixou a questão do quórum para os números seguintes. Ficou assim aprovada a matéria: ?Art. 1.350. Convocará o síndico, anualmente, reunião da assembléia dos condôminos, na forma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ao tratar da assembléia anual de condôminos, o novo Código Civil seguiu passos semelhantes à atual Lei do Condomínio, mas enfeixou o foco principal num só artigo e deixou a questão do quórum para os números seguintes.</p>
<p style="text-align: justify;">Ficou assim aprovada a matéria:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>?Art. 1.350.</strong> <em>Convocará o síndico, anualmente, reunião da assembléia dos condôminos, na forma prevista na convenção, a fim de aprovar o orçamento das despesas, as contribuições dos condôminos e a prestação de contas, e eventualmente eleger-lhe o substituto e alterar o regimento interno.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>§ 1o</strong> <em>Se o síndico não convocar a assembléia, um quarto dos condôminos poderá fazê-lo.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>§ 2o</strong> <em>Se a assembléia não se reunir, o juiz decidirá, a requerimento de qualquer condômino.?</em></p>
<p style="text-align: justify;">De início, soa estranho ver o legislador utilizar a expressão ?reunião da assembléia dos condôminos?, já que a palavra ?assembléia? significa ?reunião de pessoas que têm algum interesse em comum, ger. em grande número, com a finalidade de discutir e deliberar conjuntamente sobre temas determinados? (Houaiss). Toda assembléia é uma espécie de reunião, não havendo necessidade de repetir a palavra. Bastaria dizer que o síndico convocará anualmente ?assembléia dos condôminos?.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pauta Mínima</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O novo texto acrescentou mais dois itens essenciais na pauta mínima da assembléia geral ordinária do condomínio. Pela Lei 4.591/64, a finalidade básica do ato era a de aprovar ?as verbas para as despesas de condomínio? (art. 24) e demais matérias inscritas na ordem do dia. Agora, além do orçamento, será obrigatório incluir o rateio das despesas e a prestação de contas do síndico. Dos novos requisitos, o primeiro praticamente se confunde com o orçamento. Este deve ser feito de forma global, indicando, de conseqüência, quem e em que proporção será custeado (rateio).</p>
<p style="text-align: justify;">Tão importante quanto o orçamento é a prestação de contas. Fez bem o codificador em reforçar a exigência, já incluída nas atribuições do síndico. Embora todo mandatário tenha obrigação natural de prestar contas ao mandante, independente de previsão contratual, não custa deixar o tema duplamente explicitado.</p>
<p style="text-align: justify;">Duas outras matérias foram lembradas pelo legislador. A eventual eleição do síndico, se seu mandato estiver prestes a findar, e a alteração do regimento interno, se essa for a necessidade e a vontade dos condôminos. Tais inclusões servem apenas como lembrete ao síndico, na hora de convocar a assembléia, não tendo caráter obrigatório.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Poder de decisão</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>parágrafo 1o</strong>legislador repete o critério hoje vigente, que permite a um quarto dos condôminos convocarem assembléia, na omissão do síndico. A mesma regra é repetida adiante (art. 1.355), ao tratar o Código das assembléias extraordinárias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>parágrafo 2o</strong>pete-se norma existente na Lei do Condomínio (art. 27), porém de escassa utilização, dada a autonomia que os condomínios adquiriram no Brasil em termos deliberativos. Não há mais necessidade de se aguardar 15 (quinze) dias para ingressar com medida que transfira a decisão para magistrado.</p>
<p style="text-align: justify;">O socorro ao juiz só acontece, na prática, quando os gestores do prédio não podem praticar atos de força, como a execução dos títulos de cobrança. A presença dos condôminos em geral é pequena nas assembléias, mas seu poder de decisão não tem merecido reparos nem carece de auxílio do Judiciário</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.unitycobrancas.com.br/orcar-e-prestar-contas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Há Dois Tipos de Multa</title>
		<link>https://www.unitycobrancas.com.br/ha-dois-tipos-de-multa/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ha-dois-tipos-de-multa</link>
		<comments>https://www.unitycobrancas.com.br/ha-dois-tipos-de-multa/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Oct 2012 06:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unity Cobranças</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[casas em condominio fechado]]></category>
		<category><![CDATA[cobrança condominio]]></category>
		<category><![CDATA[como administrar um condominio]]></category>
		<category><![CDATA[condominio]]></category>
		<category><![CDATA[condomínio edilício]]></category>
		<category><![CDATA[condominio em]]></category>
		<category><![CDATA[condominio fechado]]></category>
		<category><![CDATA[condominio residencial]]></category>
		<category><![CDATA[condomínios]]></category>
		<category><![CDATA[condominios em]]></category>
		<category><![CDATA[condominios fechados]]></category>
		<category><![CDATA[convençao condominial]]></category>
		<category><![CDATA[em condominio]]></category>
		<category><![CDATA[em condominios]]></category>
		<category><![CDATA[legislação condominio]]></category>
		<category><![CDATA[lei condominio]]></category>
		<category><![CDATA[lei do condominio]]></category>
		<category><![CDATA[lei do condominio atualizada]]></category>
		<category><![CDATA[lei dos condominios]]></category>
		<category><![CDATA[o condominio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.unitycobrancas.com.br/?p=959</guid>
		<description><![CDATA[Transcrevemos abaixo mais duas questões encaminhadas pelo Secovi &#8211; Sindicato da Habitação de Uberlândia &#8211; MG, com as respectivas respostas, conforme pesquisa do TeleCondo. P. Com relação a cobrança: o condomínio faz cobrança por boleto bancário. Tais boletos têm discriminações diversas, tais como: taxa condominial, consumo de gás, multas e outros&#8230;totalizando um valor X. Um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Transcrevemos abaixo mais duas questões encaminhadas pelo Secovi &#8211; Sindicato da Habitação de Uberlândia &#8211; MG, com as respectivas respostas, conforme pesquisa do TeleCondo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>P.</strong> Com relação a cobrança: o condomínio faz cobrança por boleto bancário. Tais boletos têm discriminações diversas, tais como: taxa condominial, consumo de gás, multas e outros&#8230;totalizando um valor X. Um proprietário pagou valor menor do boleto fazendo depósito direto na conta corrente do condomínio, subtraindo uma multa, o que fazer nestes casos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>R.</strong> Antes de adentrarmos ao caso, temos eu salientar que a multa referida ficou sem especificação, ou seja, não sabemos ao certo qual é a espécie de multa, se é de caráter punitivo ou se é proveniente das despesas de condomínio.</p>
<p style="text-align: justify;">Nossa posição, no caso concreto, é no sentido que se tal multa for proveniente de atraso de pagamento da taxa condominial, sendo certo seu lançamento no bloqueto bancário, o não pagamento de multa implica inadimplência do condômino frente ao condomínio.</p>
<p style="text-align: justify;">Caberá uma notificação ao condômino, explicando a situação e pedindo que pague o valor referente à multa.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, se for multa referente a descumprimento da convenção do condomínio, o entendimento é de que tal multa não se confunde com as despesas de condomínio, e se estiver lançada no bloqueto juntamente com a taxa condominial, o condômino poderá pagar somente as despesas condominiais, não sendo obrigado a quitar a multa juntamente com a taxa.</p>
<p style="text-align: justify;">Sua cobrança deverá ser feita por meios próprios, como determina a Lei do Condomínio (art. 21, parág. único), que transcrevemos:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>“Art. 21.</strong> A violação de qualquer dos deveres estipulados na convenção sujeitará o infrator à multa fixada na própria convenção ou no regimento interno, sem prejuízo da responsabilidade civil ou criminal que, no caso, couber.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Parágrafo único.</strong> Compete ao síndico a iniciativa do processo e a cobrança da multa, por via executiva, em benefício do condomínio, e, em caso de omitir-se ele, a qualquer condômino.”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Regime especial</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>P.</strong> Em um condomínio o porteiro trabalha 12&#215;36 noturno, porém o condomínio paga ao porteiro hora extra nos finais de semana; isso é permitido, sendo que a jornada de trabalho segue normal?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>R.</strong>Explica o TeleCondo que, segundo Paulo Mont’Alverne Frota, juiz do TRT da 16a. Região, no caso de empregado que trabalha ‘12&#215;36’, vai interessar se existe ou não acordo ou convenção coletiva de trabalho estabelecendo o referido regime. Se houve a pactuação prevista no art. 7o, XIII, da Constituição Federal, certamente não se poderá falar em horas extras. Se, entretanto, o regime não foi ajustado em acordo ou convenção coletiva, orienta a jurisprudência mais avisada que tem incidência o Enunciado 85 do TST, de modo que seriam devidas não propriamente horas extras, mas somente o adicional de horas extras (50%), relativo às horas excedentes da oitava diária.</p>
<p style="text-align: justify;">Se, com base em convenção coletiva, o empregador adotar a jornada de 12&#215;36, fica obrigado a respeitar o limite da jornada mensal, devendo considerar como já remunerado o trabalho realizado aos domingos e feriados que porventura coincidam com a referida escala, face à natural compensação das 36 horas seguintes, destinadas a descanso.</p>
<p style="text-align: justify;">Em resumo, é isso aí.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.unitycobrancas.com.br/ha-dois-tipos-de-multa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Locatários, Moradores e Ocupantes</title>
		<link>https://www.unitycobrancas.com.br/locatarios-moradores-e-ocupantes/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=locatarios-moradores-e-ocupantes</link>
		<comments>https://www.unitycobrancas.com.br/locatarios-moradores-e-ocupantes/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Jul 2012 06:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unity Cobranças</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[administraçao condominio]]></category>
		<category><![CDATA[cobrança condominio]]></category>
		<category><![CDATA[como administrar um condominio]]></category>
		<category><![CDATA[condominio legislação]]></category>
		<category><![CDATA[condominios legislação]]></category>
		<category><![CDATA[direito do inquilino]]></category>
		<category><![CDATA[em condominios]]></category>
		<category><![CDATA[legislação condominio]]></category>
		<category><![CDATA[legislação sobre condominio]]></category>
		<category><![CDATA[lei condominial]]></category>
		<category><![CDATA[lei condominio]]></category>
		<category><![CDATA[lei condominios]]></category>
		<category><![CDATA[lei do condominio]]></category>
		<category><![CDATA[lei do condômino]]></category>
		<category><![CDATA[lei do inquilino]]></category>
		<category><![CDATA[lei dos condominios atualizada]]></category>
		<category><![CDATA[leis condominios residenciais]]></category>
		<category><![CDATA[leis do inquilinato]]></category>
		<category><![CDATA[nova lei do inquilinato]]></category>
		<category><![CDATA[os direitos do inquilino]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.unitycobrancas.com.br/?p=922</guid>
		<description><![CDATA[Mesmo não sendo condômino, o locatário passou a gozar de privilégio, em relação a outros moradores e ocupantes do edifício, a partir da nova Lei do Inquilinato (8.245/91), que acrescentou nova disposição à Lei do Condomínio, permitindo que o locatário vote nas decisões da assembléia que &#8220;não envolvam despesas extraordinárias do condomínio&#8221;, caso &#8220;o condômino-locador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: -webkit-auto;" align="center">
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;"><span style="line-height: normal;">Mesmo não sendo condômino, o locatário passou a gozar de privilégio, em relação a outros moradores e ocupantes do edifício, a partir da nova Lei do Inquilinato (8.245/91), que acrescentou nova disposição à Lei do Condomínio, permitindo que o locatário vote nas decisões da assembléia que &#8220;não envolvam despesas extraordinárias do condomínio&#8221;, caso &#8220;o condômino-locador a ela não compareça&#8221; (art. 24, § 4º).</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;">Tanto ele, quanto o locatário, e de igual sorte o comodatário (beneficiário de empréstimo gratuito da unidade), recebem do proprietário, por cessão contratual, o uso e gozo do imóvel. A diferença é que um paga aluguel, ou outra retribuição, e o outro não. O proprietário retém para si os direitos dispositivos da propriedade (alienar, onerar etc.) e a posse indireta.</p>
<p style="text-align: justify;">Como <strong>possuidor direto</strong> do imóvel, o locatário assume status <strong>de dono</strong> do bem, devendo tratá-lo como se seu fosse e defendê-lo contra qualquer turbação de terceiros (Lei 8.245/91, art. 23, I e IV). O voto condicionado ao locatário, nas assembléias do condomínio, constitui reconhecimento desse compromisso e de sua hierarquia na casa condominial. Outros moradores não estão convidados a participar da assembléia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>OBRIGAÇÕES</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Como cessionário do condômino-locador, o locatário pode usufruir de vantagens no condomínio, tanto em relação à unidade autônoma quanto em relação às áreas comuns. Em igualdade de condições com outros condôminos, pode utilizar o salão de festas, a sala de jogos, o playground, a piscina, a sauna, a garagem e tudo o mais que o prédio oferecer.</p>
<p style="text-align: justify;">Age na qualidade de <strong>substituto</strong> do condômino.</p>
<p style="text-align: justify;">De igual forma, ao locatário, como a qualquer outro morador ou ocupante, aplicam-se a qualquer título &#8220;todas as obrigações referentes ao uso, fruição e destino da unidade&#8221; (art. 20). Mais do que isso: todas as normas da convenção, de regimento interno e demais regulamentos, são aplicáveis indistintamente a todos os moradores e ocupantes, qualquer que seja seu status no condomínio.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo não sendo comunheiro, o locatário e demais ocupantes sujeitam-se também às multas por &#8220;violação de qualquer dos deveres estipulados na convenção&#8221; ou no regimento interno (art. 21). Sujeito passivo é o &#8220;violador&#8221;do preceito condominial, seja quem for.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CONVOCAÇÃO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A respeito da participação do locatário na assembléia do condomínio levantou-se dúvida quanto à sua convocação. A lei não diz ser obrigatória, nem sua falta ocasionará a nulidade da assembléia, se seu voto não puder ter influenciado no resultado da votação.</p>
<p style="text-align: justify;">Nossa recomendação é que o locatário também seja convocado, ao menos por edital fixado em local visível do edifício. Se muitos forem os locatários e a assembléia se realizar sem seu conhecimento, nem a presença dos respectivos locadores, de modo que seu voto poderia ter influído nas deliberações, haverá razão suficiente para pedir a impugnação judicial do resultado.</p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.unitycobrancas.com.br/locatarios-moradores-e-ocupantes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Decálogo de Observações</title>
		<link>https://www.unitycobrancas.com.br/decalogo-de-observacoes/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=decalogo-de-observacoes</link>
		<comments>https://www.unitycobrancas.com.br/decalogo-de-observacoes/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Jul 2012 06:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unity Cobranças</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[cobrança condominio]]></category>
		<category><![CDATA[como administrar condominio]]></category>
		<category><![CDATA[como administrar condominios]]></category>
		<category><![CDATA[como administrar um condominio]]></category>
		<category><![CDATA[como administrar um condominio residencial]]></category>
		<category><![CDATA[condominio]]></category>
		<category><![CDATA[condominio fechado]]></category>
		<category><![CDATA[condominio legislação]]></category>
		<category><![CDATA[condominios horizontais]]></category>
		<category><![CDATA[direito dos condôminos]]></category>
		<category><![CDATA[direitos do condomino]]></category>
		<category><![CDATA[em condominios]]></category>
		<category><![CDATA[legislação condominio]]></category>
		<category><![CDATA[legislação para condominios]]></category>
		<category><![CDATA[legislação sobre condominio]]></category>
		<category><![CDATA[lei do silêncio em condomínios]]></category>
		<category><![CDATA[leis condominiais]]></category>
		<category><![CDATA[leis condominio]]></category>
		<category><![CDATA[leis condominios residenciais]]></category>
		<category><![CDATA[segurança em condominios]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.unitycobrancas.com.br/?p=915</guid>
		<description><![CDATA[Algumas observações gerais devem ser rememoradas, se bem que o tema seja bastante conhecido de todos. Vamos a elas: 1ª Funcionário do condomínio não é empregado doméstico - Apesar de trabalhar na esfera domiciliar dos condôminos, aplicam-se a ele as normas da legislação comum trabalhista, com todos seus direitos e corolários. 2ª Admissão e demissão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Algumas observações gerais devem ser rememoradas, se bem que o tema seja bastante conhecido de todos. Vamos a elas:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1ª Funcionário do condomínio não é empregado doméstico -</strong> Apesar de trabalhar na esfera domiciliar dos condôminos, aplicam-se a ele as normas da legislação comum trabalhista, com todos seus direitos e corolários.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2ª Admissão e demissão é com o síndico -</strong> Como representante legal do condomínio, o síndico tem plenos poderes para admitir e demitir funcionários, salvo se houver cláusula específica regulando o assunto na convenção ou no regimento interno. Para evitar demissões arbitrárias, tão onerosas ao condomínio, convém disciplinar o assunto, restringindo tal poder, com consulta prévia ao conselho consultivo ou à assembléia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3ª Número de funcionários é com a assembléia ordinária -</strong> Despesas de funcionários e encargos são despesas ordinárias. Mas há diferença entre ter dois ou cinco empregados no prédio. Seu número deve constar do orçamento anual a ser aprovado em assembléia. Não deve ficar ao alvedrio do síndico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4ª Lugar de porteiro é na portaria -</strong> A função do porteiro é importante demais para ele circular fora de seu posto de comando. Não deve ficar na frente do prédio, do lado de fora, nem em outras dependências, de onde não possa controlar o fluxo de entrada de pessoas e veículos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5ª Lugar da mulher do zelador não é na portaria -</strong> Se o condomínio tiver zelador residente e sua mulher não for funcionária do condomínio, seu lugar não é certamente na portaria. Não deve substituir o marido. O vínculo empregatício que resultará custará muito caro aos condôminos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>6ª Condômino não é patrão direto do empregado -</strong> O funcionário foi contratado pelo condomínio, através de seu representante legal, o síndico. Não cabe a cada condômino, individualmente, a tarefa de chamar a atenção dos funcionários. Na omissão do síndico ou em caso de necessidade urgente, até se admite, em função do princípio de que cada condômino deve defender os interesses da coletividade. Na rotina do dia-a-dia deixar esse incômodo para o síndico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>7ª Funcionário não é confessor nem confidente -</strong> Se não quiser que sua vida particular seja conhecida de outros, não a conte para funcionário do condomínio. Por norma funcional, ele não deve ser indiscreto com relação ao que sabe sobre os condôminos, mas não fez nenhum voto nesse sentido.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>8ª Porteiro não é atleta nem técnico -</strong> O equipamento que usualmente se coloca na portaria (interfone, telefone, controle do portão eletrônico e da porta de entrada, visor ou visores de TV em circuito fechado, etc.) exige do porteiro perícia de técnico e coordenação motora de jogador de basquete. Nem todos têm treinamento e habilidade para tanto. Paciência.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>9ª Zelador residente não é banco 24 horas -</strong> O zelador reside no edifício, mas trabalha para o condomínio. Deve ter horário de trabalho como todos os demais funcionários. Excepcionalmente, poderá ser acionado para resolver problemas de urgência. Trabalho continuado fora do expediente poderá resultar em pagamento de horas extras, com todos os demais acréscimos trabalhistas. Cuidado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>10ª Funcionário é parte do condomínio -</strong> Trabalha quase dentro da nossa casa. Conhece nossos hábitos. É membro ativo da comunidade condominial.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.unitycobrancas.com.br/decalogo-de-observacoes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Condomínio de fato não pode cobrar taxa de morador, diz TJMS</title>
		<link>https://www.unitycobrancas.com.br/condominio-de-fato-nao-pode-cobrar-taxa-de-morador-diz-tjms/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=condominio-de-fato-nao-pode-cobrar-taxa-de-morador-diz-tjms</link>
		<comments>https://www.unitycobrancas.com.br/condominio-de-fato-nao-pode-cobrar-taxa-de-morador-diz-tjms/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 31 May 2012 19:49:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unity Cobranças</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cobrança condominio]]></category>
		<category><![CDATA[como administrar condominios]]></category>
		<category><![CDATA[como administrar um condominio]]></category>
		<category><![CDATA[condominio curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[condominio em curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[condominios curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[condominios residenciais]]></category>
		<category><![CDATA[direito condominio]]></category>
		<category><![CDATA[direito do condominio]]></category>
		<category><![CDATA[em condominios]]></category>
		<category><![CDATA[garante condominios]]></category>
		<category><![CDATA[legislação do condominio]]></category>
		<category><![CDATA[legislação dos condominios]]></category>
		<category><![CDATA[legislação sobre condominio]]></category>
		<category><![CDATA[noticias condominios]]></category>
		<category><![CDATA[noticias sobre condominios]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.unitycobrancas.com.br/?p=2249</guid>
		<description><![CDATA[A 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado entendeu que “condomínio de fato” não pode cobrar taxa de condomínio, mensalidade, anualidade ou qualquer outra contribuição compulsória de moradores. O entendimento é resultado do julgamento da Apelação Cível nº 2011.036756-4, interposta pela A.P.C.N.P., que é uma associação, em razão de não ter concordado com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado entendeu que “condomínio de fato” não pode cobrar taxa de condomínio, mensalidade, anualidade ou qualquer outra contribuição compulsória de moradores.</p>
<p>O entendimento é resultado do julgamento da Apelação Cível nº 2011.036756-4, interposta pela A.P.C.N.P., que é uma associação, em razão de não ter concordado com a sentença de 1º grau que julgou improcedente a ação de cobrança de contribuições condominiais com obrigação de não fazer ajuizada contra C.R.</p>
<p>A apelante pretendia provar a existência de condomínio de fato, com seus elementos caracterizadores como o uso constante de área comum, os serviços contratados, além dos trabalhos realizados pela associação em nome e benefício do condomínio e seus proprietários/moradores.</p>
<p>A tese defendida era a de que o residencial em questão nos autos seria um condomínio de fato (caso concreto, sem legislação ou documento que o denomine assim), pelo que deveria ser regido pelas normas legais que regulam os condomínios em geral.</p>
<p>Já existe entendimento pacificado nas Cortes Superiores no sentido de que associação de moradores, qualificada como sociedade civil, sem fins lucrativos, que é o caso da apelante, não tem autoridade para cobrar nenhum tipo de taxa ou contribuição de quem não é associado, uma vez que tais entidades não são equiparadas a condomínio para efeitos legais.</p>
<p>O magistrado de 1º grau citou diversos julgados com esse entendimento pelo STJ, além de deixar claro que no caso inexiste áreas particulares ou qualquer área comum, de uso coletivo dos proprietários dos terrenos do loteamento.</p>
<p>A apelação teve a preliminar de cerceamento de defesa rejeitada. No mérito, o relator , Des. Luiz Tadeu Barbosa Silva, reforçou a tese do juiz da sentença original, em razão do princípio da tipicidade dos direitos reais, que consta no Código Civil, que estabelece que “para a instituição ou constituição de um condomínio sobre coisa imóvel é imprescindível a aquisição, através do competente registro no ofício imobiliário, de um bem imóvel comum por diversos proprietários”.</p>
<p>Em seu voto, o relator explicou que não existe condomínio entre os proprietários dos imóveis do loteamento em questão, uma vez que não há no loteamento área de domínio comum. “O réu apelado tem o direito de usar, gozar e dispor da coisa livremente”, concluiu.</p>
<p>Por unanimidade de votos, os desembargadores afastaram a preliminar e, no mérito, negaram provimento ao recurso, nos termos do voto do relator.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><strong>Fonte: MS Notícias</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.unitycobrancas.com.br/condominio-de-fato-nao-pode-cobrar-taxa-de-morador-diz-tjms/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Condomínio de fato não pode &#8230;</title>
		<link>https://www.unitycobrancas.com.br/condominio-de-fato-nao-pode/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=condominio-de-fato-nao-pode</link>
		<comments>https://www.unitycobrancas.com.br/condominio-de-fato-nao-pode/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 31 May 2012 19:39:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unity Cobranças</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tweets]]></category>
		<category><![CDATA[cobrança condominio]]></category>
		<category><![CDATA[como administrar condominios]]></category>
		<category><![CDATA[como administrar um condominio]]></category>
		<category><![CDATA[condominio curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[condominio em curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[condominios curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[condominios residenciais]]></category>
		<category><![CDATA[direito condominio]]></category>
		<category><![CDATA[direito do condominio]]></category>
		<category><![CDATA[em condominios]]></category>
		<category><![CDATA[garante condominios]]></category>
		<category><![CDATA[legislação do condominio]]></category>
		<category><![CDATA[legislação dos condominios]]></category>
		<category><![CDATA[legislação sobre condominio]]></category>
		<category><![CDATA[noticias condominios]]></category>
		<category><![CDATA[noticias sobre condominios]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.unitycobrancas.com.br/tweets/condominio-de-fato-nao-pode</guid>
		<description><![CDATA[Condomínio de fato não pode cobrar taxa de morador, diz TJMS. A 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado.. http://t.co/Av6x4yZ8]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Condomínio de fato não pode cobrar taxa de morador, diz TJMS. A 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado.. <a href="http://t.co/Av6x4yZ8" rel="nofollow">http://t.co/Av6x4yZ8</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.unitycobrancas.com.br/condominio-de-fato-nao-pode/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Parques infantis são essenciais em condomínios residenciais</title>
		<link>https://www.unitycobrancas.com.br/parques-infantis-sao-essenciais-em-condominios-residenciais/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=parques-infantis-sao-essenciais-em-condominios-residenciais</link>
		<comments>https://www.unitycobrancas.com.br/parques-infantis-sao-essenciais-em-condominios-residenciais/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 May 2012 12:30:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unity Cobranças</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[adm condominios]]></category>
		<category><![CDATA[casas condominio]]></category>
		<category><![CDATA[casas em condominio]]></category>
		<category><![CDATA[casas em condominios]]></category>
		<category><![CDATA[cobrança condominio]]></category>
		<category><![CDATA[como administrar um condominio]]></category>
		<category><![CDATA[condominio]]></category>
		<category><![CDATA[condominio casas]]></category>
		<category><![CDATA[condominio legislação]]></category>
		<category><![CDATA[condominio residencial]]></category>
		<category><![CDATA[condomínios]]></category>
		<category><![CDATA[condominios residenciais]]></category>
		<category><![CDATA[em condominios]]></category>
		<category><![CDATA[garante condominios]]></category>
		<category><![CDATA[legislação condominio residencial]]></category>
		<category><![CDATA[leis condominios residenciais]]></category>
		<category><![CDATA[residencial condominio]]></category>
		<category><![CDATA[segurança em condominios]]></category>
		<category><![CDATA[seguro condominio]]></category>
		<category><![CDATA[terrenos em condominio fechado]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.unitycobrancas.com.br/?p=2210</guid>
		<description><![CDATA[Esta é a avaliação de Junzi Shimauti, diretor do Secovi-PR (Sindicato da Habitação) diante do desenfreado crescimento da criminalidade e do trânsito, que impede as brincadeiras de rua. O professor de educação física Carlos Gomes de Oliveira compartilha opinião complementar. “Estudos mostram que vários prédios oferecem condições melhores para as crianças brincarem, do que aquelas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Esta é a avaliação de Junzi Shimauti, diretor do Secovi-PR (Sindicato da Habitação) diante do desenfreado crescimento da criminalidade e do trânsito, que impede as brincadeiras de rua. O professor de educação física Carlos Gomes de Oliveira compartilha opinião complementar. “Estudos mostram que vários prédios oferecem condições melhores para as crianças brincarem, do que aquelas que moram em casas”, disse a ODiario.com.</p>
<p style="text-align: justify;">No Paraná, a maioria dos condomínios residenciais tem ao menos uma quadra poliesportiva e um parque infantil. &#8220;Mesmo a infância sendo um período passageiro, muitos pais se preocupam com o lazer dos filhos pequenos e descartam condomínios sem quadras ou playgrounds. Eles preferem apartamentos que tenham área de lazer&#8221;, ressaltou o diretor do Secovi a ODiario.com.</p>
<p style="text-align: justify;">Fazer com que os pequenos prefiram o parque aos equipamentos eletrônicos é, segundo Shimauti, outro desafio dos pais. &#8220;Se brinco, corro, jogo bola com meus filhos, eu passo um exemplo positivo. A possibilidade dele seguir esse modelo e preferir descer ao parque infantil para brincar com outras crianças, em vez de passar a tarde toda em frente ao videogame sozinho, é muito maior quando ele tem essa experiência positiva do contato com os pais&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fonte: Licita Mais</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.unitycobrancas.com.br/parques-infantis-sao-essenciais-em-condominios-residenciais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
