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	<title>Unity Cobranças &#187; código civil condomínios</title>
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		<title>STJ dá opção de escolha</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Jun 2013 11:12:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unity Cobranças</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Havendo contrato de promessa de compra e venda não registrado, a ação de cobrança de cotas condominiais pode ser proposta tanto contra o promissário vendedor, que terá seu nome na matrícula do registro de imóveis, quanto contra o promissário comprador. Já vimos antes que o promissário comprador que está na posse do bem é responsável pelo pagamento das cotas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Havendo contrato de promessa de compra e venda não registrado, a ação de cobrança de cotas condominiais pode ser proposta tanto contra o promissário vendedor, que terá seu nome na matrícula do registro de imóveis, quanto contra o promissário comprador.</p>
<p style="text-align: justify;">Já vimos antes que o promissário comprador que está na posse do bem é responsável pelo pagamento das cotas condominiais, independente de o contrato de promessa de compra e venda ter sido registrado. No entanto, não tem o condomínio a obrigação de saber que tal contrato foi celebrado. Por isso, tendo em conta que o condomínio precisa de recursos para suas despesas essenciais, o STJ dá a opção de a ação de cobrança de cotas ser proposta tanto contra o promissário vendedor, que terá seu nome na matrícula do registro de imóveis, quanto contra o promissário comprador. Qualquer deles pode ser o legitimado passivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Vejamos o que diz a ementa do acórdão: “A ação de cobrança de quotas condominiais pode ser proposta tanto contra o proprietário como contra o promissário comprador, pois o interesse prevalente é o da coletividade de receber os recursos para o pagamento de despesas indispensáveis e inadiáveis, podendo o credor escolher, entre aqueles que tenham uma relação jurídica vinculada ao imóvel (proprietário, possuidor, promissário comprador, etc.), o que mais prontamente poderá cumprir com a obrigação, ressalvado a este o direito regressivo contra quem entenda responsável.”</p>
<p style="text-align: justify;">Com esta dicção, de ímpar clareza, o Superior Tribunal de Justiça parece ter resolvido a questão da legitimidade passiva na cobrança de taxas condominiais, nos casos em que existe promessa de compra e venda do imóvel, seja entre a construtora e o condômino, seja entre este e terceiros. O acórdão foi relatado pelo ministro Ruy Rosado de Aguiar, em julgamento proferido pela Quarta Turma do STJ, em recurso especial (223.282) oriundo de Santa Catarina.</p>
<p style="text-align: justify;">No mesmo acórdão, decidiu-se também sobre a denunciação da lide do promissário comprador, nos seguintes termos: “Inexistindo lei ou contrato estabelecendo o direito de regresso do proprietário contra o promissário comprador pelas despesas que efetuar com o condomínio, não cabe a denunciação da lide ao promissário comprador.”</p>
<p style="text-align: justify;">A ação de cobrança foi movida contra a construtora e incorporadora do edifício, que contestou sob a alegação de que vendera a unidade mediante contrato particular de promessa de compra e venda. Julgada parcialmente procedente a ação, a Quarta Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Santa Catarina negou provimento à apelação da ré, de cujo acórdão se extrai o seguinte parágrafo: “O dever de pagar as cotas condominiais é obrigação real, intimamente ligada à qualidade de proprietário. A venda do imóvel por instrumento particular, não levado a registro no ofício imobiliário, alcança apenas os contratantes, desobrigando o condomínio a buscar seu crédito contra o atual possuidor do imóvel.”</p>
<p style="text-align: justify;">Prossegue: “Legitimado no processo de cobrança de cotas condominiais, por isso, é o condômino, consoante dispõe o art. 12 da Lei 4.591/64, isto é o proprietário da unidade autônoma, aquele que detém o direito patrimonial nos termos do art. 530 do código civil, aferindo-se a condição pela consulta à matrícula do registro de imóveis.”</p>
<p style="text-align: justify;">a Quarta Turma do STJ votaram vencidos os ministros Barros Monteiro e Aldir Passarinho Junior. Com o relator Ruy Rosado de Aguiar votaram os ministros César Asfor Rocha e Sálvio de Figueiredo Teixeira, este com o voto de desempate.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seu voto de desempate, o ministro Sálvio e Figueiredo Teixeira, apesar de entender que “o promitente comprador é parte legítima para responder pelas despesas de condomínio, e a dívida se refere a período posterior à celebração do contrato de promessa de compra e venda, ainda que este não tenha sido registrado”, deu voto favorável ao condomínio, pois este não fora cientificado do contrato existente entre a construtora e o promitente comprador da unidade, deixando o condomínio “na incerteza” ou na “insegurança de ajuizar a ação e vê-la extinta por ilegitimidade”.</p>
<p style="text-align: justify;">Para os condomínios, que precisam de recursos para suas “despesas indispensáveis e inadiáveis”, sem dúvida este acórdão lhes é o mais favorável.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Luiz Fernando de Queiroz</em></p>
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		<title>Sobre o registro de ata da Assembléia</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 12:48:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unity Cobranças</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Partindo da premissa que ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer algo, senão em virtude de lei, nos exatos termos do artigo 5º, II, da Constituição da República Federativa do Brasil, que consagra o Princípio da Legalidade: Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Partindo da premissa que ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer algo, senão em virtude de lei, nos exatos termos do artigo 5º, II, da Constituição da República Federativa do Brasil, que consagra o Princípio da Legalidade:</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Art. 5º</span> Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a<br />
inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: (&#8230;)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>II</strong> &#8211; ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei;</p>
<p style="text-align: justify;">Inicialmente se entende que a obrigatoriedade de lavratura e registro das atas das assembleias de condomínios deveria estar previamente condicionada pela legislação. A Lei nº 6.015 de 1973, que dispõe sobre os registros públicos, no artigo 167, determina que seja realizado o registro nos seguintes casos:</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Art. 167</span> &#8211; No Registro de Imóveis, além da matrícula, serão feitos.<br />
<strong>I</strong> &#8211; o registro:<br />
<strong>1)</strong> da instituição de bem de família;<br />
<strong>2)</strong> das hipotecas legais, judiciais e convencionais;<br />
<strong>3)</strong> dos contratos de locação de prédios, nos quais tenha sido consignada cláusula de vigência no caso de alienação da coisa locada;<br />
<strong>4)</strong> do penhor de máquinas e de aparelhos utilizados na indústria, instalados e em funcionamento, com os respectivos pertences ou sem eles;<br />
<strong>5)</strong> das penhoras, arrestos e seqüestros de imóveis;<br />
<strong>6)</strong> das servidões em geral;<br />
<strong>7)</strong> do usufruto e do uso sobre imóveis e da habitação, quando não resultarem do direito de família;<br />
<strong>8 )</strong> das rendas constituídas sobre imóveis ou a eles vinculadas por disposição de última vontade;<br />
<strong>9)</strong> dos contratos de compromisso de compra e venda de cessão deste e de promessa de cessão, com ou sem cláusula de arrependimento, que tenham por objeto imóveis não loteados e cujo preço tenha sido pago no ato de sua celebração, ou deva sê-lo a prazo, de uma só vez ou em prestações;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>10)</strong> da enfiteuse;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>11)</strong> da anticrese;<br />
<strong>12)</strong> das convenções antenupciais;<br />
<strong>13)</strong> das cédulas de crédito rural;<br />
<strong>14)</strong> das cédulas de crédito, industrial;<br />
<strong>15)</strong> dos contratos de penhor rural;<br />
<strong>16)</strong> dos empréstimos por obrigações ao portador ou debêntures, inclusive as conversíveis em ações;<br />
<strong>17)</strong> das incorporações, instituições e convenções de condomínio;<br />
<strong>18)</strong> dos contratos de promessa de venda, cessão ou promessa de cessão de unidades autônomas condominiais a que alude a Lei nº 4.591, de 16 de<br />
dezembro de 1964, quando a incorporação ou a instituição de condomínio se formalizar na vigência desta Lei;<br />
<strong>19)</strong> dos loteamentos urbanos e rurais;<br />
<strong>20)</strong> dos contratos de promessa de compra e venda de terrenos loteados em conformidade com o Decreto-lei nº 58, de 10 de dezembro de 1937,<br />
e respectiva cessão e promessa de cessão, quando o loteamento se formalizar na vigência desta Lei;<br />
<strong>21)</strong> das citações de ações reais ou pessoais reipersecutórias, relativas a imóveis;<br />
<strong>23)</strong> dos julgados e atos jurídicos entre vivos que dividirem imóveis ou os demarcarem inclusive nos casos de incorporação que resultarem<br />
em constituição de condomínio e atribuírem uma ou mais unidades aos incorporadores;<br />
<strong>24)</strong> das sentenças que nos inventários, arrolamentos e partilhas, adjudicarem bens de raiz em pagamento das dívidas da herança;<br />
<strong>25)</strong> dos atos de entrega de legados de imóveis, dos formais de partilha e das sentenças de adjudicação em inventário ou arrolamento quando não<br />
houver partilha;<br />
<strong>26)</strong> da arrematação e da adjudicação em hasta pública;<br />
<strong>27)</strong> do dote;<br />
<strong>28)</strong> das sentenças declaratórias de usucapião;<br />
<strong>29)</strong> da compra e venda pura e da condicional;<br />
<strong>30)</strong> da permuta;<br />
<strong>31)</strong> da dação em pagamento;<br />
<strong>32)</strong> da transferência, de imóvel a sociedade, quando integrar quota social;<br />
<strong>33)</strong> da doação entre vivos;<br />
<strong>34)</strong> da desapropriação amigável e das sentenças que, em processo de desapropriação, fixarem o valor da indenização;<br />
<strong>35)</strong> da alienação fiduciária em garantia de coisa imóvel.<br />
<strong>36)</strong>. da imissão provisória na posse, quando concedida à União, aos Estados, ao Distrito Federal, aos Municípios ou às suas entidades delegadas, e respectiva cessão e promessa de cessão;<br />
<strong>37)</strong> dos termos administrativos ou das sentenças declaratórias da concessão de uso especial para fins de moradia;<br />
<strong>39)</strong> da constituição do direito de superfície de imóvel urbano;<br />
<strong>40)</strong> do contrato de concessão de direito real de uso de imóvel público.<br />
<strong>41)</strong> da legitimação de posse;<br />
<strong>42)</strong> da conversão da legitimação de posse em propriedade, prevista no art. 60 da Lei no 11.977, de 7 de julho de 2009;</p>
<p style="text-align: justify;">Neste cerne, a lei não exige a obrigatoriedade do registro de atas, no entanto é plenamente possível o registro, para a conservação do ato, nos termos do artigo 127, da referida lei:</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Art. 127</span>. No Registro de Títulos e Documentos será feita a transcrição:<br />
(&#8230;)<br />
<strong>VII</strong> &#8211; facultativo, de quaisquer documentos, para sua conservação.</p>
<p style="text-align: justify;">O Código Civil de 2002, no Capítulo VII, versa sobre os condomínios edilícios, sua administração, deveres e obrigações dos condôminos, dentre outros, se mostrou silente a respeito das formalidades necessárias a eficácia das decisões tomadas nas assembleias.</p>
<p style="text-align: justify;">A respeito da convocação das assembleias condominiais, os artigos 1.350 e 1.355 do Código Civil, preceituam que:</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Art. 1.350</span>. Convocará o síndico, anualmente, reunião da assembleia dos condôminos, na forma prevista na convenção, a fim de aprovar o orçamento das despesas, as contribuições dos condôminos e a prestação de contas, e eventualmente eleger lhe o substituto e alterar o regimento interno.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Art. 1.355</span>. Assembleias extraordinárias poderão ser convocadas pelo síndico ou por um quarto dos condôminos.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste cerne, as assembleias são de suma importância para a administração do condomínio e a ata é documento pelo qual se reproduz  integralmente os fatos ocorridos na assembleia.</p>
<p style="text-align: justify;">Deste modo, a legislação pátria embora estipule finalidade e forma de convocação para assembleia, não estabelece a obrigatoriedade de elaboração de ata das assembleias. Portanto, se verifica que não há exigência, legalmente imposta, de realizar a ata das assembleias.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, a ata é meio de prova da realização da assembleia, dos assuntos tratados, votados e aprovados. Assim, por exemplo, se uma assembleia é convocada para alterar determinado dispositivo da convenção do condomínio, antecipadamente todos os condôminos foram devidamente convocados, a modificação foi votada e aprovada por 2/3 dos votos dos condôminos, nos termos dos artigos 1351 e 1354 do Código</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Art. 1.351</span>. Depende da aprovação de 2/3 (dois terços) dos votos dos condôminos a alteração da convenção; a mudança da destinação do edifício, ou da unidade imobiliária, depende da aprovação pela unanimidade dos condôminos.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Art. 1.354</span>. A assembléia não poderá deliberar se todos os condôminos não forem convocados para a reunião.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, imagine que não fora elaborada ata desta assembleia, a modificação existe e é valida, vez que a assembleia foi devidamente convocada e respeitou o quórum de aprovação, no entanto, sem a ata o plano que eficácia da deliberação restará prejudicado. De tal modo, se faz necessária a ata e seu respectivo registro para que a decisão possa gerar efeitos perante os condôminos e terceiros, ademais é imprescindível para publicidade e conservação do ato.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, sem ata, as decisões tomadas pela assembleia não surtirão efeitos contra terceiros, vez que a prova, publicidade e conservação dos atos praticados restará prejudicada.</p>
<p style="text-align: justify;">Desta forma, embora não exista estipulação legal no sentido de obrigar a formulação de ata para cada assembleia, sua realização e registro são imprescindíveis para comprovar as decisões tomadas e torna-las oponíveis contra todos, razão pela qual se recomenda sua elaboração e registro sempre.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fonte: Da redação</strong></p>
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